Sindicato rejeita proposta de participação dos lucros da Petrobras e diz que estatal não garante empregos

 

Os petroleiros em todo o País paralisaram as atividades a partir da zero hora desta segunda-feira, 23, segundo informações da Federação Única dos Petroleiros (FUP). As primeiras paralisações tiveram início no fim de semana. A greve foi aprovada pelos trabalhadores na última quarta-feira, 18, e endossada por todos os seus sindicatos filiados na reunião do Conselho Deliberativo.

 

Segundo a FUP, além de não responder às reivindicações da Federação referentes principalmente à segurança, garantia dos postos de trabalho nas empresas contratadas e ao extra-turno, a proposta apresentada pela Petrobras no último dia 16 cria um plano de Participação nos Lucros e Resultados (PLR) inaceitável, já que a empresa propõe tirar de quem recebe menos para garantir os ganhos de quem recebe mais, segundo a FUP.

 

São Paulo

No Estado de São Paulo, segundo o Sindicato Unificado dos Petroleiros do Estado de São Paulo (Sindipetrosp), as refinarias de Campinas estão com cerca de 1.200 trabalhadores de braços cruzados. Em Mauá, são 500 funcionários paralisados.

 

De acordo com o Sindipetrosp, os funcionários não estão trabalhando nos terminais de São Caetano do Sul, Guarulhos, Guararema, desde o início desta segunda, assim como nas refinarias do litoral, nos terminais da Transpetro, em Capuava e Paulínia.

 

Na Replan, a gerência da Refinaria adotou o revezamento controlado "troca de turno de um trabalhador por vez", e em Barueri, a diretoria tentará realizar corte de rendição às 8 horas da manhã, segundo o sindicato.

 

De acordo com o sindicato, em algumas refinarias a produção está sendo controlada com a paralisação do bombeio, como em Guarulhos, produzindo o mínimo para não afetar a população. Além dos petroleiros, a adesão dos caminhoneiros que transportam o combustível está sendo esperada. Funcionários terceirizados de algumas unidades também estão aderindo à paralisação, segundo o sindicato.

 

Paraná

Petroleiros da Refinaria Presidente Getúlio Vargas (Repar), em Araucária, na região metropolitana de Curitiba, que entrariam no turno desta manhã, aderiram à greve nacional da categoria e estão concentrados em frente à unidade. Eles afirmam que quem fechou as portas foi a direção da Repar. "Nós queremos entrar para exercer o direito de greve no nosso posto de trabalho", disse o presidente do Sindicato dos Petroleiros do Paraná, Silvaney Bernardi. "Queremos exercer nosso direito de pelego e entrar na unidade." A intenção dos petroleiros é controlar internamente a produção.

 

Segundo Bernardi, eles já foram impedidos de entrar no turno das 23h30. Dessa forma, os trabalhadores que entraram às 15h30 de domingo na empresa continuam garantindo a produção. "São mantidos em cárcere privado", acentuou o presidente do sindicato. No entanto, ele destacou que não há risco de desabastecimento de combustível mesmo que a greve se estenda pelos cinco dias previstos, em razão do estoque que garante normalidade por pelo menos 20 dias. Os petroleiros esperam que a direção da Repar os chame para uma mesa de negociação.

 

Bahia

Os trabalhadores da Refinaria Landulpho Alves, na Bahia, cortaram a rendição às 15h30 deste domingo, 22. Os petroleiros anteciparam a greve devido ao fato de a Petrobras ter ingressado na refinaria uma equipe de gerentes e supervisores. Na Fafen (Fábrica de Fertilizantes), o turno será cortado à meia-noite.

Fonte: Agência Estado

24-03-2009 | 09:27

 

Três projetos relativos à Previdência Social estão em pauta na reunião da Comissão de Assuntos Sociais (CAS) desta quarta-feira (25), às 11h. Poderá ser votado em caráter terminativo, por exemplo, projeto de lei (PLS 526/07) do senador Paulo Paim (PT-RS) que concede pensão por morte aos dependentes de segurado que tenha contribuído por 15 anos (180 contribuições mensais), mas que, ao falecer, perdeu a condição de segurado por ter deixado de recolher as contribuições previdenciárias pelo prazo de 24 meses, ininterrupto ou não.

 

A matéria recebeu parecer pela aprovação, com três emendas, do relator, senador Heráclito Fortes (DEM-PI). Embora reconheça que o PLS 526/07 busca alcançar um ponto de equilíbrio entre fazer justiça a segurados nessa condição e a sustentação financeira do sistema previdenciário, Heráclito sugere, em seu parecer, a inclusão de um dispositivo que impeça o pagamento de pensão por morte, nesses casos, retroativo à data do falecimento do segurado. Assim, o benefício só passa a ser devido a partir do ato administrativo que o conceder.

 

Outro projeto de lei do Senado (PLS 421/07), de iniciativa do senador Efraim Morais (DEM-PB), altera a legislação do imposto de renda para conceder isenção progressiva do tributo incidente sobre os rendimentos de aposentadoria e pensão e de reforma ou transferência para a reserva remunerada de maiores de 66 anos. A proposta conta com parecer pela aprovação, com duas emendas do relator, senador Jayme Campos (DEM-MT), que procurou preservar os contribuintes com remuneração mensal de R$ 1.372,81 em 2008 já beneficiados com isenção do IR e estipulou um teto mensal de R$ 3.800,00 para a isenção progressiva proposta. Os beneficiários do PLS 421/07 contariam com um desconto de 20% no IR ao completar 66 anos até alcançar 100% de isenção aos 70 anos de idade.

 

Por fim, deverá ser analisado projeto de lei (PLS 262/08) apresentado pelo senador Antônio Carlos Valadares (PSB-SE) para autorizar o INSS (Instituto Nacional de Seguro Social) e os municípios a negociarem mudanças no índice de correção monetária das parcelas de débitos previdenciários municipais. Com parecer pela aprovação do relator, senador Mozarildo Cavalcanti (PTB-RR), a proposta defende a adoção do IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo) em substituição à taxa de juros Selic (Sistema Especial de Liquidação e de Custódia). O argumento usado por Valadares para justificar a mudança é que a atual sistemática de correção dessa dívida está elevando as parcelas a um patamar que inviabiliza seu pagamento pelos municípios.

Fonte: Agência Senado

 

24-03-2009 | 09:17

Entre os principais pontos do cenário brasileiro estão a recomposição do salário-mínimo; saldo de quase nove milhões de postos formais, entre 2003 e 2008; e ações no âmbito do empreendedorismo e da economia solidária

 

O cenário de instabilidade na economia mundial tem afetado o crescimento interno de todos os países, sejam eles desenvolvidos, emergentes ou em desenvolvimento. Ciente de que esta é uma questão global, o secretário-executivo do Ministério do Trabalho e Emprego, André Figueiredo, representa o Brasil na Reunião Tripartite de Alto Nível da Organização Internacional do Trabalho cujo tema será a crise. Por parte da gestão brasileira serão apresentados hoje, em Genebra, a recomposição do salário-mínimo em 12 pontos percentuais; o saldo de quase 9 milhões de postos formais, entre 2003 e 2008; e ações  de empreendedorismo e de economia solidária.

 

O tema da Reunião de Genebra, que envolve membros dos Governos e entidades representativas de trabalhadores e empregadores, é a "A Crise Financeira e Econômica: Uma resposta baseada no Trabalho Decente". Por meio de uma análise das políticas que os países membros têm adotado para minimizar os impactos em suas nações, espera-se apontar as melhores formas para responder à crise e que permitam, ao mesmo tempo, o sucesso de objetivos, a longo prazo, de adotar posições mais sustentáveis e equitativas de desenvolvimento.

 

"O Brasil tem muito a mostrar de positivo: teve o aumento real do salário-mínimo (agora de R$ 465); e tem um saldo de geração de emprego (acumulado de 2003 a 2008) de quase 9 milhões de postos", esclarece André Figueiredo.

 

Além disso, os incentivos à contrapartida social em troca de benesses do Governo serão mais uma vez reforçados pelo Ministério do Trabalho e Emprego. "Vamos divulgar as propostas para condicionar benefícios fiscais e operações de crédito de bancos oficiais a empresas que mantenham o seu quadro de empregados. O empresariado deve ter a noção de que em momento de crise não se pode, logo de início, reduzir custos em cima do salário dos seus trabalhadores", lembra André. "Existem outros centros de custo como a margem de lucros que pode ser minorada, a partir do momento que se tem uma visão de que a crise é passageira". 

 

Outras ações no âmbito da geração de renda nas áreas de empreendedorismo e economia solidária serão apresentadas durante o encontro, como o Programa de Microcrédito Produtivo Orientado, voltado a micro e pequenos empreendedores. 

 

Confiança - Apesar de o Brasil ter sofrido perdas de postos formais de trabalho, esta situação não é considerada irreversível pelo MTE. Mantém-se, portanto a expectativa de que a partir de março o país possa retomar um grau de empregabilidade compatível aos anos anteriores.

Fonte: MTE

24-03-2009 | 09:13

 

A Frente Parlamentar Ambientalista realiza na quarta-feira (25) um café da manhã em homenagem ao Dia Mundial da Água (comemorado em 22 de março). Na ocasião, serão apresentados os resultados do 5º Fórum Mundial da Água - encerrado no último domingo, na Turquia - e o termo de cooperação técnica assinado entre a Fundação SOS Mata Atlântica e a Agência Nacional de Águas (ANA). Por meio dessa parceria, as duas instituições vão compartilhar dados sobre a qualidade da água.

Durante o evento, também serão apresentados os resultados dos grupos de monitoramento da água implementados pela Fundação SOS Mata Atlântica e pela Coca-Cola em Brasília, na Bacia do Paranoá. A iniciativa conta com o apoio da organização não-governamental Amigos do Futuro.

O café da manhã está marcado para as 8h30, no 10º andar do anexo 4 da Câmara.

O coordenador da Frente Parlamentar Ambientalista é o deputado Sarney Filho (PV-MA) e o coordenador do Grupo de Trabalho de Água é o deputado Jorge Khoury (DEM-BA).

Fonte: Agência Câmara

24-03-2009 | 08:55

Deputado propõe substituição do fator previdenciário por fator 85/95, pelo qual as mulheres poderão se aposentar quando a soma da idade com o tempo de contribuição resultar em 85, e os homens, em 95.

 

O relator do projeto que acaba com o fator previdenciário (PL 3299/08), Pepe Vargas (PT-RS), está preparando um substitutivo que cria uma nova forma de cálculo da aposentadoria, levando em conta apenas o tempo de contribuição e a idade. Essa fórmula reduz o tempo necessário para a aposentadoria integral.

O fator previdenciário, nos termos da legislação em vigor, é um índice utilizado no cálculo de aposentadorias por tempo de serviço do regime do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) que relaciona o valor do benefício com o tempo de contribuição, a idade do segurado e a sua expectativa de vida. Quanto mais cedo se aposentar o segurado ou quanto maior for sua expectativa na data da aposentadoria, menor será o valor de seu benefício mensal.

Vargas está negociando com o governo a substituição do fator previdenciário pelo fator 85/95, que consiste no direito de aposentar quando a soma da idade com o tempo de contribuição resultar em 85 para as mulheres ou 95 para os homens.

Atualmente, um homem com 51 anos de idade e 35 anos de contribuição pode se aposentar de imediato, mas com um corte de 38% no valor integral de sua aposentadoria. Para atingir a aposentadoria integral, tem que continuar trabalhando e contribuindo com a Previdência até os 63 anos de idade.

Com o fator 85/95, ele teria que contribuir por apenas mais nove anos - ou seja, até os 60 anos. "Queremos uma regra que facilite ao segurado atingir os 100% do salário de contribuição" (média de 80% dos maiores salários a partir de 1994), afirmou o deputado.

Para Vargas, o pedágio hoje estabelecido pelo fator previdenciário, que aumenta sempre que a expectativa de vida da população cresce, é perverso. "O pedágio é quase como atravessar o deserto do Saara", disse o deputado.

O deputado lembra que a idéia do governo, ao criar o fator previdenciário, em 1999, não era reduzir o valor das aposentadorias, mas incentivar os trabalhadores a ficar mais tempo na ativa. "Ele se mostrou inócuo para cumprir esse objetivo: a idade média com que os brasileiros se aposentam ficou estabilizada em 53 anos", afirmou Vargas. Dessa forma, o fator previdenciário operou na outra variável: cortou o valor das aposentadorias.

O relator já avisa que não vai bater de frente com o governo se a área econômica não concordar com as mudanças que ele está imaginando. "Não adianta aprovar um projeto que será inevitavelmente vetado pelo presidente da República, e ele já avisou que vai vetar a extinção pura e simples do fator previdenciário", disse.

Fonte: Agência Câmara

24-03-2009 | 08:52

A Câmara dos Deputados abre mais uma vez a semana com a pauta de votações trancada pela Medida Provisória 449, que altera a legislação tributária federal, estabelece novas regras de parcelamento de débitos tributários e perdoa dívidas de até R$ 10 mil com a União. Por força desta MP, desde 28 de fevereiro a Câmara não vota nenhuma matéria. O presidente da Casa, Michel Temer (PMDB-SP), acredita que a apreciação da MP demore mais de 30 dias.


De acordo com o presidente da Câmara, numa previsão otimista, a Casa ficará até meados do mês de maio votando apenas nove MPs e outras duas que começarão a trancar a pauta no próximo dia 28. Se confirmada a previsão de Temer, só depois de meados de maio a Câmara poderá retomar votações de projetos de lei ordinária. Na hipótese de o Supremo Tribunal Federal (STF) dar parecer favorável à interpretação de Temer à Constituição sobre a possibilidade de votar em sessões extraordinárias, mesmo com a pauta trancada por medidas provisórias, Proposta de Emenda à Constituição (PEC), projetos de Lei Complementar, de Decreto Legislativo e de Resolução, a Casa poderá votar outras matérias nesse período, além das MPs.


Há mais de um mês os parlamentares tentam fechar o acordo para a MP 449. Dificulta o processo o fato de o deputado Tadeu Filippelli (PMDB-DF) ter feito mudanças no texto original do governo. A maior divergência, segundo o líder do governo, deputado Henrique Fontana (PT-RS), está na correção das dívidas. O relator quer que elas sejam ajustadas pela Taxa de Juros de Longo Prazo (TJLP), mas o governo defende a correção pela Selic. Outro ponto de discussão é que o relator Filippelli propõe o parcelamento de dívidas já incluídas em Programas de Recuperação Fiscal (Refis), mesmo nos casos em que os devedores tenham desistido ou sido excluídos do programa.


Antes de retomar as discussões da MP 449, contudo, os deputados terão que votar as modificações feitas pelo Senado na MP 445. A medida autoriza a Caixa Econômica Federal a destinar para o financiamento do setor da construção civil parte dos dividendos e juros que deveriam ser recolhidos aos cofres do Tesouro Nacional. Como a MP já foi votada pela Câmara e sofreu modificações na votação do Senado, tem prioridade sobre as outras MPs que trancam a pauta.


Somente após a votação dessas duas MPs (445 e 449) é que os deputados poderão iniciar a apreciação do terceiro item da pauta, que é a MP 450, que autoriza a União a participar do Fundo de Garantia a Empreendimentos de Energia Elétrica (Fgee). Essa MP também é polêmica e não há acordo para sua aprovação.


A quarta MP que tranca a pauta (MP 451) cria duas novas alíquotas para o Imposto de Renda Pessoa Física e também dá subvenção econômica a empresas de pesca de Santa Catarina e muda regras do seguro obrigatório de veículos. A MP cria a alíquota de 7,5% que incide sobre salários de R$ 1.434,60 a R$ 2.150, e a de 22,5% para quem ganha de R$ 2.866,71 a R$ 3.582,00.


A Medida Provisória 452 - o quinto item da pauta - autoriza a União a usar títulos da dívida pública, no valor de R$ 14,2 bilhões, para incluir no Fundo Soberano do Brasil (FSB). Os recursos foram economizados pelo governo no ano passado. A sexta MP 453 que tranca a pauta constitui fonte adicional de recursos para a ampliação de limites operacionais do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). Os recursos poderão chegar a R$ 100 bilhões.


Também tranca a pauta a MP 454, que transfere ao domínio do Estado de Roraima terras pertencentes à União e amplia os usos possíveis desses imóveis pelo Estado. A oitava MP que tranca a pauta (MP 455) dispõe sobre o atendimento da alimentação escolar e do Programa Dinheiro Direto na Escola aos alunos da educação básica. A última MP a trancar a pauta de votações da Câmara, a de número 456, reajusta o salário mínimo de R$ 415 para R$ 465 a partir de 1º de fevereiro deste ano.

Fonte: Agência Estado

24-03-2009 | 08:48

Ato de filiação em São Paulo, terá a participação dos presidentes da CSPB E NCST.

23-03-2009 | 14:09

Ministro Carlos Lupi, do Trabalho e Emprego, presidente da CNTI, presidente da FETRACONSPAR, além do prefeito de Londrina e outras autoridades, marcaram presença na festa de posse da diretoria do Sintracom-Londrina
Texto: Mario Fragoso

Fotos: Carllos Bozelli

O restaurante Porco no Tacho ficou pequeno no sábado, dia 14, pela manhã. Se não ficou lotado quantitativamente, sem dúvida alguma a qualidade dos presentes à posse da diretoria reeleita para mais quatro anos à frente do Sintracom-Londrina, garantiram o sucesso da festa.

Em primeiro lugar, destaque para os familiares dos diretores eleitos pela chapa “Construindo o Cidadão, nossa obra mais importante”, que não deixaram dúvidas de que a diretoria, mais os associados e cônjuges, filhos e netos, fazem a alegria e a grandeza da Família Sintracom-Londrina, grupo que reúne, hoje, quase 25 mil pessoas.

Tão importante quanto diretores e familiares foi a presença de autoridades de todos os quilates. Obrigado pela presença do prefeito de Londrina José Roque Neto (PTB), dos vereadores Ivo de Bassi (PTN), que representou o presidente da Câmara de Vereadores de Londrina, Jairo Tamura (PSB); Tito Valle (PMDB) e dos deputados federais e candidatos a prefeito de Londrina Barbosa Neto (PDT) e Luiz Carlos Hauly (PSDB).

Sem dúvida, a presença mais aguardada foi a do ministro do Trabalho e Emprego Carlos Lupi. De passagem pela região, ele fez questão de prestigiar a posse a levar uma palavra de apoio em nome do presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva e, de quebra, se colocar à disposição do Sindicato para o que a entidade precisar.

No plano sindical, destaque para a presença do presidente da Confederação Nacional dos Trabalhadores na Indústria, CNTI, companheiro José Calixto Ramos, que se deslocou de Brasília para prestigiar a posse da diretoria do Sintracom-Londrina.

Destaque, também, para o prestigiamento do presidente da Federação dos Trabalhadores nas Indústrias da Construção e do Mobiliário do Paraná (Fetraconspar), administrador de empresas Geraldo Ramthun, que veio a Londrina em companhia do secretário geral da Fetraconspar Reinaldim Barbosa Pereira.

A diretoria do Sintracom-Londrina também registra e agradece a presença dos companheiros Jorge Moraes, do Sintracom-Maringá; Sirlei César de Oliveira, do Sintracom-Guarapuava; José Ávido Pacheco, do Sintracom-Paranaguá, João Maria Viana, do Sompar; Antonio Lemos do Prado, do Sindmont; Nilton Betin, do Sindicato da Madeira de Jaguariaíva, Almir Guedes Fernandes, do Sintrimmoc de Cascavel; Ataíde da Cruz Botelho, do Sintracom-Arapongas; Otávio Raimundo Rodrigues, SOM Castro; Ilson Kondratoski, do Sindimármore; do Secretário Municipal do Trabalho e Emprego de Araucária, presidente licenciado do Sintracimento; Sebastião Lima da Silva, Sintracom-Cianorte; Marcos Antonio Beraldo, do Sintracom-Umuarama e José Thomaz, do SOE Maringá.

Muito obrigado, também, ao companheiro José Ricardo Leito, do Sindicato dos Trabalhadores na Indústria do Vestuário de Londrina; João Batista da Silva do Sindicato dos Condutores de Veículos Rodoviários de Londrina e Alexandre Schemerega, do Sindicato de Água e Esgoto de Londrina.

Presidente – Antes que o almoço preparado pelo Julinho e sua esposa Simone fosse servido, o Carpinteiro Denílson Pestana da Costa, reeleito presidente para mais um mandato à frente do Sintracom-Londrina fez um balanço da gestão que chegava ao fim e assumiu compromissos com os trabalhadores que representa para os próximos quatro anos.

Denílson se referiu a todas as 11 categorias representadas pelo Sindicato – Construção, Madeira e Mobiliário, Olarias e Cerâmicas, Pinturas, Instalações Elétricas, Mármore e Granito, Montagem Industrial e Artefatos de Cimento.

O presidente lembrou das primeiras ações da diretoria, ao final dos anos 1980, quando assumiu a entidade, em defesa da vida do trabalhador. “Assumimos com o balanço negativo de 97 mortes na Construção no período de quatro anos e, hoje, comemoramos o fato do acidente fatal praticamente inexistir no setor”, disse.

Obras – O Carpinteiro também fez questão de ressaltar as obras realizadas ao longo dos últimos anos. “Não faz muito tempo, o local onde está a Sede Campestre era apenas um matagal”, recordou.

“Agora, os quase 25 mil membros da Família Sintracom-Londrina tem na Sede Campestre um local próprio pra reunir os amigos e familiares e fazer um churrasco, festar no salão ou bater uma bola no campo de futebol suíço”, ressaltou o presidente.

Ele também fez questão de lembrar que a Sede Social está em reforma para, em breve, acolher a Sede Administrativa e a Escola do Sintracom-Londrina. “Além disso, daqui mais um ano ou, até menos do que isso, os associados terão um moderno parque aquático para se refrescar do calor”, prometeu.

23-03-2009 | 08:49

 

A Conferência Nacional dos Direitos da Pessoa do Idosa, realizada essa semana em Brasília, terminou com os idosos cobrando melhores condições de atendimento nas áreas de previdência social e saúde. Eles também pediram ação das autoridades no combate à violência contra o idoso.

 

O subsecretário de Promoção da Defesa dos Direitos Humanos da Secretaria Especial de Direitos Humanos, ligada à Presidência da República, Perly Cipriano, disse que as medidas em relação à previdência, principalmente as relacionadas aos benefícios são difíceis de serem resolvidas.

 

"A agilização, a questão do reajuste [dos benefícios da previdência para os aposentados] são questões complexas. A conferência pauta essas questões, mas não se consegue resolver esses problemas de imediato", afirmou o sub-secretário.

 

Em relação à saúde, as principais reivindicações foram de mais medicamentos e geriatras na rede pública para atender a população idosa que está crescendo cada vez mais.

 

"A pauta foi, principalmente, o atendimento [nos postos de saúde e nos hospitais] de determinados tipos de medicação e também uma atenção especial à população idosa que está crescendo muito e o número de profissionais na área de geriatria não está acompanhando esse ritmo de crescimento", disse Cipriano.

 

Outro assunto debatido na conferência foi o combate a violência contra o idoso. De acordo com o sub-secretário, grande parte dos casos de violência cometidos contra o idoso acontecem dentro de casa.

 

"Não tem como resolver isso da noite para o dia.Tem que haver uma grande campanha de conscientização", disse. "Quem deve acompanhar o idoso é a família, a comunidade e o poder público. Têm que fazer a denuncia", acrescentou.

 

O presidente do Conselho Nacional dos Direitos da Pessoa Idosa, Jorge Luiz Telles, afirmou que as propostas apresentadas na conferência não dizem respeito apenas a quem faz as políticas públicas, mas também aos idosos que serão os beneficiados com as ações discutidas.

 

"Que ele [o idoso] entenda que vale a pena lutar por essas propostas e a população veja nelas questões relevantes para a sua vida, para a melhoria do seu bem estar, da sua saúde, para que hajam mais espaços abertos para a educação, para que a assistência social seja mais efetiva, para que esporte, cultura e lazer entrem na agenda dos gestores. Essas deliberações serão e deverão ser motivo de movimentação", disse.

 

Durante a conferência foram aprovadas 403 propostas nas áreas de efetivação dos direitos das pessoas idosas, combate à violência, atenção a saúde, previdência social, assistência social, educação, cultura, esporte, lazer, transporte, cidades, meio ambiente, gestão, participação, controle democrático e financiamento.

23-03-2009 | 08:46

 

Só 39% acham que índice não aumentará nos próximos seis meses.
Percentual dos brasileiros que sentem os efeitos da crise subiu para 37%.

 

Pesquisa CNI/Ibope divulgada nesta sexta-feira (20) aponta que 68% dos brasileiros acreditam que haverá aumento do desemprego nos próximos seis meses. A percepção, segundo o diretor de Relações Institucionais da CNI, Marco Antônio Guarita, é efeito da crise financeira internacional. Os dados mostram que aumentou de 29% para 37% o percentual de brasileiros que dizem já sentir os efeitos da crise no dia-a-a-dia.

 

O temor da população em relação à possibilidade de perder o emprego registrou aumento na comparação com a última pesquisa realizada pelo instituto, em dezembro do ano passado, quando 63% dos entrevistados disseram achar que o desemprego aumentaria.

 

Os dados mostram que somente 29% da população considera que a taxa de desemprego vai diminuir ou ao menos permanecer no mesmo patamar. A mesma pesquisa revelou que apenas 32% dos brasileiros acreditam que a crise terminará ainda em 2009.

Inflação
Dos pesquisados, 73% disseram acreditar que a inflação no país deve aumentar nos próximos seis meses. Na última pesquisa, 67% dos entrevistados acreditavam em piora na inflação.

 

A avaliação do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva piorou em oito setores: no combate à fome e à pobreza, segurança pública, combate à inflação, taxa de juros, combate ao desemprego, impostos, meio ambiente e saúde. Apenas no setor de educação, o nível ficou no mesmo patamar - reduziu de 55% para 54%, queda dentro da margem de erro da pesquisa.

 

Marco Antônio Guarita afirmou que a queda verificada nos índices pode ser creditada a crise financeira internacional. “O eixo central da pesquisa foi à crise econômica. A nossa pesquisa registra a insatisfação da população nesse momento”, afirmou.

 

A pesquisa foi realizada entre os dias 11 e 15 de março. Foram entrevistadas 2.002 pessoas em 144 municípios do país. A margem de erro é de dois pontos percentuais e o grau de confiança de 95%.

Fonte: G1

23-03-2009 | 08:40