O ministro da Fazenda, Guido Mantega, acredita que até o final do ano o Brasil terá entre 600 mil e 700 mil novos empregos.

Ele fez essa estimativa ao comentar o resultado divulgado, na última terça-feira (18), do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados do (Caged), do Ministério do Trabalho, que registrou 138.402 novos postos de trabalho no mês de julho, o melhor resultado do ano e o sexto mês consecutivo de aumento.

"O resultado do Caged sobre 138 mil novos empregos demonstra que a economia brasileira já está em recuperação gerando empregos enquanto outras economias ainda gerando desemprego, disse o ministro.

"Saímos na frente e até o final do ano deveremos acumular um resultado de emprego bastante positivo. Eu acho uns 600 mil a 700 mil novos empregos", agregou.

Mostrando bom humor, Mantega afirmou que o ministro do Trabalho, Carlos Lupi, é mais otimista que ele, pois tem a expectativa de 800 mil a 1 milhão de novos empregos em 2009.

"Tomara que ele esteja certo", afirmou. Guido Mantega não quis comentar o depoimento da ex-secretária da Receita Federal, Lina Vieira, que acontece na Comissão de Constituição e Justiça no Congresso Nacional.

Segundo Mantega, "a manutenção do emprego foi fundamental para o país superar a crise porque garantiu o mercado consumidor e o consumo e que as empresas continuassem a produção".

E mais: "A crise já está superada no Brasil. Até o final do ano, a economia vai girar mais empregos ainda porque a economia estará mais aquecida". (Fonte: Agência Brasil)

 

 

24-08-2009 | 09:47

São Paulo foi o estado onde se registrou o maior número de contratações formais do país em julho, com 52.811 novas vagas.

O crescimento foi de 0,50% na comparação com o mês anterior, segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) divulgados nesta terça pelo ministro do Trabalho, Carlos Lupi.

O segundo maior saldo registrado ficou com a Bahia, onde 9.792 postos oficiais de emprego foram criados, o que representa um crescimento de 0,72% na comparação com junho.

O Rio de Janeiro ficou em terceiro lugar, com 9.649 novos postos de trabalho, número 0,30% maior do que o total registrado no mês anterior.

"O nível de emprego cresceu em todas as áreas metropolitanas, mas os melhores resultados ficaram mesmo no conjunto dos municípios do interior desses aglomerados", disse Lupi.

Segundo o Caged, foram criados 44.319 postos nas áreas metropolitanas, enquanto, no interior desses aglomerados, foram criadas 58.815 novas vagas.

"No interior de São Paulo foram 32.717 postos de trabalho, enquanto na região metropolitana foram geradas 20.094 vagas. Das 27 unidades federativas apenas cinco apresentaram saldo negativo".

E segue: "No caso do Rio Grande do Sul, que registrou saldo negativo de 481 postos, isso se deve principalmente ao desempenho desfavorável da indústria da borracha e do fumo, responsável por uma queda de 3.302 postos", disse o ministro.

Além do Rio Grande do Sul, registraram queda do saldo de postos de trabalho os estados do Espírito Santo (-99), Roraima (-61), Mato Grosso do Sul (-54), e Amapá (-3).

"Nossa expectativa é de que já em agosto todas as unidades federativas apresentem saldo positivo", prevê Carlos Lupi.

Na comparação entre regiões, a Sudeste foi a que mais gerou postos de trabalho (65.344), seguido do Nordeste (39.291), Sul (11.624), Centro-Oeste (11.115), e Norte (11.028). (Fonte: Agência Brasil)

24-08-2009 | 09:45

O ministro do Desenvolvimento Agrário, Guilherme Cassel anunciou, na última terça-feira (18), que o Governo atenderá as três principais reivindicações recebidas do MST.

A primeira trata da fixação de novos índices de produtividade, a segura se refere à liberação de R$ 338 milhões que estavam bloqueados do orçamento do Incra e por fim tem a desapropriação de uma fazenda, em Minas Gerais, para assentamento de 50 famílias em Minas Gerais.

O Governo se comprometeu a publicar em 15 dias os novos indices de produtividade, que valerão a partir de 2010.

Os índices atualmente aplicados foram fixados em 1980, com base no censo agropecuário de 1975.

De acordo com o ministro Cassel "os novos índices são confortáveis e a atualização foi realizada para prevalecer o bom senso e o equilíbrio".

A segunda decisão anunciada - o desbloqueio de R$ 338 milhões do orçamento do Incra - pretende garantir, até o fim deste ano, o assentamento de 70 mil famílias de todos os movimentos de sem-terra.

O terceiro compromisso assumido pelo Governo com o MST é o de desapropriar, ainda nesta semana, a fazenda Nova Felicidade, no município mineiro de Felisburgo, onde cinco trabalhadores rurais foram mortos em 2004. (Fonte: Brasília Confidencial)

 

 

24-08-2009 | 09:44

"Dizer que a crise internacional acabou é uma afirmação bizantina, no mínimo discutível, porque acabou para o sistema capitalista como um todo, mas não para quem perdeu o emprego ou a casa", afirmou o secretário Nacional de Economia Solidária, do Ministério do Trabalho e Emprego, Paul Singer.

Ao participar do 9° Seminário sobre Perspectivas do Desenvolvimento Brasileiro, cujo tema era "Crise como Oportunidade", ele disse que a crise financeira fez com que todos países jogassem fora os ensinamentos de ortodoxia econômica, em razão das incertezas geradas pelo mercado.

O encontro foi promovido pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea).

"Agora, com novo cenário, podemos dizer que essa crise passou, mas a próxima já está no forno", alertou.

Isso porque, segundo ele, as crises são cíclicas.

Mas ressaltou que qualquer crise a partir de agora encontrará cenário mundial diferente, porque há uma "desglobalização" em curso, detectada por iniciativas protecionistas de alguns países.

No seu entender, a crise que estourou em setembro do ano passado já se suavizou, desacelerou lá fora.

No Brasil, segundo Singer, ela já teria sido superada.

E aponta o aumento gradual da oferta de empregos desde fevereiro, depois da perda de 700 mil vagas no fim de 2008, em defesa da sua argumentação. (Fonte: Monitor Mercantil)

24-08-2009 | 09:42

Sistema Comércio lança cartilha para alertar a sociedade quanto aos perigos da aprovação da Proposta de Emenda Constitucional que pretende reduzir a jornada de trabalho brasileira. A Câmara dos Deputados realizará comissão geral para debater o assunto com empregadores e trabalhadores

A Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) posicionou-se nesta semana, durante reunião de sua Diretoria, no Rio, contrária à proposta de emenda à Constituição (PEC) que reduz a jornada de trabalho de 44 horas para 40 horas semanais e aumenta de 50% para 75% o valor pago pela hora extra trabalhada. Para a entidade, trata-se da "PEC do desemprego, da informalidade e da inflação".

"A produção está diretamente relacionada à quantidade de horas trabalhadas, e, neste momento, em que o Brasil está em pleno processo de recuperação de uma crise econômica, reduzir a jornada encarecerá nossos produtos e diminuirá nossa competitividade", afirmou o presidente da Confederação, Antonio Oliveira Santos, utilizando como exemplo o empobrecimento da França em relação a outros países europeus, como a Alemanha, em função de uma carga horária de trabalho menor de seus trabalhadores.

A entidade está lançando uma cartilha para ser distribuída a parlamentares, entidades de classe e sociedade em geral na qual apresenta dados comprovando que a medida, se adotada sem o correspondente ajuste nos salários, ampliará o desemprego e a informalidade, e, ainda, provocará reflexos na inflação.

O setor do Comércio de Bens, Serviços e Turismo é hoje o maior empregador nacional e, conforme dados do IBGE, formado essencialmente por microempresas e empresas de pequeno porte - justamente as que serão mais afetadas.

Para a CNC, mudanças tão drásticas não podem ser feitas sem levar em consideração a realidade de cada setor e a capacidade de profissionais e empresários pactuarem melhores condições de trabalho por meio da negociação coletiva: "para gerar emprego há meios mais eficazes, como a criação de um ambiente favorável ao investimento e à expansão econômica sustentada - exatamente o oposto do que acontecerá, caso a PEC 231/95 seja aprovada".

Na próxima terça-feira (25), a Câmara dos Deputados instalará a Comissão Geral sobre a Proposta de Emenda Constitucional 231/95.

A iniciativa, do presidente da Casa, Michel Temer (PMDB/SP), reunirá representantes de empregadores e trabalhadores na discussão sobre o tema.

24-08-2009 | 09:41

Prezado amigos, estamos iniciando nossos trabalhos a frente do Sindicato municipal de bariri, para tanto gostariamos de apoio nas questões informativas, estamos contanto com sua colaboração, pois também colaboramos com a fupesp, desta forma costaria de saber como colaborar mais e que forma podemos Sincler Policarpo Secretário - Sindicato Bariri - sp 14 9721-78-14 14 3662-92 00 [email protected]

24-08-2009 | 08:38

¨...Antes eu era um eletricista, hoje sou um eletricista e advogado¨, dr. Damázio Sena.

20-08-2009 | 13:30

ASSISTA AO VÍDEO ALUSIVO AOS 20 ANOS DA FUPESP

20-08-2009 | 12:39

A partir de agora, o cidadão comum será tratado com menos formalidades pelo Governo Federal na hora de resolver assuntos burocráticos, ao ser dispensado de apresentar um número excessivo de documentos. Os detalhes dessa nova postura estão previstos no Decreto Presidencial de nº 6.932, publicado nesta quarta-feira, 12 de agosto, no Diário Oficial da União..

A idéia central do decreto é reduzir ou eliminar procedimentos desnecessários e supérfluos e organizar a administração federal para agir de forma integrada e sistêmica na expedição de atestados, certidões e documentos que digam respeito ao Governo Federal.

Com isso, o Poder Executivo espera aperfeiçoar a interação com a população, priorizando nas relações com o cidadão a presunção de boa-fé, além de facilitar o dia-a-dia dos brasileiros com menos burocracia.

Menos carimbo – A simplificação do atendimento nas repartições federais inclui a dispensa do reconhecimento de firma e de autenticação de cópia por tabelião em documentos produzidos no Brasil, reduz o rol de exigências na apresentação de documentos comprobatórios de regularidade de situação do cidadão que já constem dos bancos de dados oficiais e institui, em todos os órgãos ou entidades do governo, uma Carta de Serviços, com informações sobre os serviços públicos oferecidos.

As medidas relativas a reconhecimento e autenticação de firma já estão valendo. Na verdade, essas exigências haviam sido abolidas em 1969 e depois gradativamente restabelecidas. O decreto, portanto, ratifica uma decisão anteriormente tomada, durante gestão do ministro da Desburocratização, Hélio Beltrão.

O governo inova com a proibição ao agente público de exigir documentos já disponíveis nos órgãos da Administração Pública Federal. Neste caso, para efeito de adaptação às novas regras, será estipulado prazo de 360 dias para os ajustes nos processos de trabalho e nos sistemas informatizados do governo, visando criar as pré-condições necessárias para que órgãos e entidades adotem a nova postura.

Quando isso não for possível, os fatos poderão ser comprovados por declaração assinada pelo cidadão. A falta de veracidade implicará em sanções penais, administrativas e civis previstas na legislação.

A título de exceção, o cidadão deverá apresentar documentos, quando envolver comprovação de antecedentes, informações sobre pessoa jurídica e em situações expressamente previstas em lei.

Estar liberado da maratona de reunir documentação significará, para o cidadão, economizar tempo e custo de deslocamento até as repartições públicas. Acarretará também a redução ou eliminação do grau de irritabilidade por ter que apresentar à administração pública, novamente, informação que já havia prestado a outro órgão.
 

Por outro lado, o agente público irá ganhar em celeridade e segurança com a substituição gradual do exame da autenticidade e regularidade pela consulta a sistema informatizado, em tempo real.

Carta de Serviços – A melhoria do atendimento público prestado ao cidadão também será estimulada por meio da Carta de Serviços ao Cidadão, que os órgãos federais deverão fornecer. A carta visa informar quais serviços são prestados, as formas de acesso e obtenção desses serviços e os respectivos compromissos de atendimento com o público.

Assim, o documento deverá especificar padrões de qualidade relativos a prioridades de atendimento, tempo de espera para o atendimento, prazos para o cumprimento dos serviços, mecanismos de comunicação com os usuários, procedimentos para receber sugestões e procedimentos para o recebimento, atendimento e gestão de reclamações.

A Carta de Serviços será objeto de permanente divulgação por meio de afixação em local de fácil acesso ao público, nos respectivos locais de atendimento, e mediante publicação em sítio eletrônico do órgão ou entidade na Internet.

Os órgãos e entidades do Poder Executivo Federal deverão aplicar periodicamente pesquisa de satisfação junto aos usuários de seus serviços e utilizar os resultados como subsídio relevante para reorientar e ajustar os serviços prestados, em especial no que se refere ao cumprimento dos compromissos e dos padrões de qualidade de atendimento divulgados na Carta de Serviços ao Cidadão.

O servidor civil ou militar que descumprir as normas do decreto sofrerá as penalidades previstas na Lei 8.112/90 e na Lei 6.880/80. O cidadão que tiver desrespeitados os direitos garantidos pelo decreto poderá representar contra a ilegalidade junto à Controladoria-Geral da União.

Em Rede – Para dinamizar o processo de simplificação dos serviços públicos, o governo deverá buscar uma articulação com Estados e municípios e também com outros poderes. A intenção é levar as ações de simplificação da burocracia e de disseminação do modelo para as Centrais de Atendimento Integrado em funcionamento no país.

Consulta Pública – O Decreto de Simplificação hoje publicado no Diário Oficial da União recebeu sugestões provenientes da administração pública, de universidades e também de cidadãos, com o objetivo de aperfeiçoar o texto original.O projeto elaborado pela Secretaria de Gestão do Ministério do Planejamento foi submetido à consulta pública pela Casa Civil da Presidência da República, no período de 03.02 a 27.03/2009.

Foram analisadas contribuições de órgãos como Advocacia-Geral da União, Controladoria-Geral da União, Receita Federal, Previdência Social, Saúde, Cultura, Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Agência Nacional de Vigilância Sanitária, Agência Nacional de Telecomunicações, Agência Nacional de Transportes Terrestres, Superintendência do Desenvolvimento do Nordeste e empresas estatais, tais como: Caixa Econômica Federal, Serviço de Processamento de Dados do Governo Federal e Correios.

A consulta pública também recebeu apoio institucional de entidades como o Conselho Nacional de Secretários Estaduais de Administração (Consad) e do Conselho Nacional de Secretários Estaduais de Planejamento (Conseplan).

20-08-2009 | 10:05