O PLS 248/06, do senador Paulo Paim (PT/RS), que acrescenta Capítulo III-A ao Título V da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), para dispor sobre a contribuição assistencial está na pauta da Comissão de Assuntos Econômicos (CAE).

 

Este é um dos projetos prioritários na agenda dos trabalhadores para o segundo semestre de 2009.

 

O projeto de lei regulamenta a taxa assistencial, cobrada em razão das negociações coletivas de trabalho.

O relator do texto na CAE é o senador Inácio Arruda (PCdoB/CE), que apresentou parecer favorável à matéria.

O projeto já foi aprovado na Comissão de Assuntos Sociais, e caso seja também aprovado na CAE e não haja recurso contrário à decisão deste colegiado, o texto segue para apreciação da Câmara dos Deputados, Casa revisora.  

 

A reunião na CAE será realizada na próxima terça-feira (11), às 10h, no plenário 19, ala Alexandre Costa.

Fonte: Diap

10-08-2009 | 08:45


Aos pais de todo mundo o nosso abraço, o nosso carinho e a nossa alegria por esta data tão importante.

08-08-2009 | 14:47

Aos pais de todo mundo o nosso abraço, o nosso carinho e a nossa alegria por esta data tão importante.

08-08-2009 | 14:38

Senador Osmar Dias apóia projeto de sustentabilidade das entidades sindicais

 

O presidente da FETRACONSPAR, do DEPACOM e Secretário Regional da CNTI GERALDO RAMTHUN, participou na tarde desta quinta-feira (06/08), de reunião da CFT/PR – Coordenação Federativa de Trabalhadores juntamente com as Federações para discutir o PLS 248/2006 do senador Paulo Paim, que trata da contribuição assistencial.

 

O Senador paranaense Osmar Dias esteve presente na reunião, ocasião em que declarou total apoio ao projeto, garantindo votar favoravelmente, e que inclusive irá fazer a defesa na Comissão de Assuntos Econômicos do Senado.

 

Participaram ainda os senhores: ANDRÉ PASSOS (Advogado Trabalhista), VICENTE SILVA e REMI STELMACH (FECEP), PEDRO VITOR DA ROSA (SINTEL) e CARLOS JOSÉ ZIMMER (CFT/PR).

07-08-2009 | 10:44

A Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) realiza nesta quinta-feira (6) audiência pública para debater proposta da senadora Fátima Cleide (PT-RO). Esse projeto de lei (PLS 51/04) prevê que poderão ser excluídas do Programa Nacional de Desestatização cinco concessionárias de energia elétrica: Centrais Elétricas de Rondônia (Ceron), Companhia de Eletricidade do Acre (Eletroacre), Companhia Energética de Alagoas (Ceal), Companhia Energética do Amazonas (Ceam) e Companhia Energética do Piauí (Cepisa).

Dois ministros foram convidados para debater o assunto: Edison Lobão, das Minas e Energia e Miguel Jorge, do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior. No entanto, Lobão ainda não confirmou sua presença e Miguel Jorge informou que não participará (ele será por Sarah Misrael Lachter).

 

Outro convidado, o presidente das Centrais Elétricas Brasileiras (Eletrobrás), José Antônio Muniz, será representado pelo diretor de distribuição, Flávio Decat. Também participará da audiência o presidente da Federação Nacional dos Urbanitários, Franklin Moreira.

 

O projeto

A matéria recebeu parecer favorável de seu relator, o senador Antônio Carlos Valadares (PSB-SE), que apresentou uma emenda ao texto. A proposta será votada em decisão terminativa na CCJ.

 

Ao analisar o mérito da matéria, Valadares observou que as cinco distribuidoras de energia elétrica em questão tinham originalmente capital estadual, mas foram "federalizadas" na década de 1990. Segundo acrescentou, esse seria o primeiro passo para transferir seu controle acionário para a iniciativa privada. Entretanto, ao contrário de outras concessionárias estaduais do setor, a Ceron, a Eletroacre, a Ceal, a Ceam e a Cepisa até hoje não foram privatizadas.

 

Após afirmar que a privatização do setor levou a "aumentos exacerbados" nas contas de energia elétrica e, em muitos casos, à queda na qualidade dos serviços prestados, principalmente de atendimento ao consumidor, o relator considerou importante livrar as cinco concessionárias de energia da possibilidade de desestatização.

 

"Transferi-las para acionistas privados implicará privar a população dos estados de Rondônia, Acre, Alagoas, Amazonas e Piauí de tarifas módicas e de serviços de qualidade", argumentou Valadares em seu parecer.

Fonte: Agência Senado

07-08-2009 | 08:53

A Câmara vai promover uma comissão geral no próximo dia 18 para discutir a Proposta de Emenda à Constituição 231/95, que reduz de 44 para 40 horas a carga horária máxima de trabalho por semana. O debate foi acertado hoje durante reunião do presidente Michel Temer com representantes das centrais Força Sindical, CUT, NCST, CTB, CGTB e UGT.

O presidente da Força Sindical, deputado Paulo Pereira da Silva (PDT-SP), disse que o objetivo da reunião foi discutir um calendário para votação da proposta pelo Plenário. A intenção dos sindicalistas é viabilizar a votação da PEC na primeira ou na segunda semana de setembro.

O deputado informou que as centrais vão iniciar nos próximos dias uma série de ações para pressionar a Câmara a aprovar a proposta. Ele adiantou que, no dia 14 de agosto, as centrais vão promover manifestações em todas as capitais pela aprovação da PEC. As ações ainda incluirão reuniões com líderes para negociar apoio das bancadas para a inclusão da matéria na pauta do Plenário.

Paulo Pereira calcula que já tem o apoio de 90% dos líderes para a inclusão da PEC na pauta, mas admite que o mérito da proposta será decidido no voto. Ele acredita, no entanto, que o calendário eleitoral pode ajudar na aprovação da matéria. "No ano que vem há eleição, e os deputados precisarão do apoio dos trabalhadores", disse

Fonte: Agência Câmara

07-08-2009 | 08:50

Gilcese Dias Caxias, que aparece ao centro na foto acima, esteve nesta quarta-feira no Centro Cultural do Banco do Brasil (CCBB), em Brasília, onde atualmente despacha o presidente Luiz Inácio Lula da Silva - o Palácio do Planalto está em reforma.

Acorrentado junto à calçada, o rapaz fez um protesto pacífico contra supostas irregularidades cometidas em um concurso público aberto pela Força Aérea Brasileira (FAB). Caxias representa uma associação de ex-soldados especializados da FAB e diz que o edital é falho em relação a uma série de exigências que passaram a ser alvo de contestações por parte da Aeronáutica.

Os militares dizem, no entanto, que tudo está ok.

06-08-2009 | 14:47

O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu e o monopólio da Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos (ECT) sobre os serviços postais no país está mantido. Os ministros da Suprema Corte só livraram o envio de encomendas, além de produtos editoriais como jornais e revistas. Esses, no entendimento dos juízes do STF, podem e devem continuar sendo explorados por empresas privadas.

Falar em monopólio no Brasil é algo quase passional. O assunto ganha contornos diabólicos ou angelicais dependendo do ponto de vista. No caso da cerveja, monopólio é visto como algo ruim pela sociedade. O mesmo vale para o mercado de aviação, de chocolates, TV por assinatura, de alimentos congelados, telefonia, de refrigerantes etc, etc, etc.

Por que então o dos Correios é bom?

O sindicato que representa os funcionários - o mesmo que "denuncia" que diretores da estatal chegam a ganhar R$ 30 mil por mês (ops!) - diz que é bom porque "esta vitória não é apenas dos trabalhadores da ECT, mas sim de todo o povo brasileiro que poderá continuar contando com os serviços dos Correios como sempre foi em nosso país. Mais uma vez a vitória é dos que lutam por um Correio público e de qualidade a serviço da população do Brasil" (íntegra da nota oficial).

O ministro das Comunicações, Hélio Costa, concorda. Ele defende que se os Correios perderem o direito de exclusividade o país estaria próximo de um "desastre". Segundo o ministro, "milhares de funcionários" seriam demitidos, agências e serviços, fechados ou prejudicados.

Será?

Recomendo a leitura da
lei 6.538, de 1978, que trata dos serviços postais. Com um pouco de atenção e desprendimento é possível enxergar ganhos e perdas para a nação no texto escrito pelo ex-presidente Ernesto Geisel.

O país não deve temer o monopólio ou a quebra dele. É temeroso (isso sim) associar exclusividade a bons serviços. Isso não é regra!

06-08-2009 | 14:46

partir do ano que vem, o Conselho Nacional de Justiça poderá dar início ao preenchimento das 8.510 vagas criadas para as novas 230 varas federais. A implantação será feita gradualmente até 2014. Cerca de 230 oportunidades serão destinadas ao cargo de juiz federal; outras 230 serão reservadas para juiz substituto; aproximadamente 2.070 vagas serão para analistas judiciários e 2.530, para técnicos judiciários. Cargos comissionados terão 230 chances e as 3.220 vagas restantes serão para funções comissionadas.

AUDITOR FISCAL

O Ministério do Trabalho e Emprego solicitou ao Ministério do Planejamento autorização para promover concurso para auditor fiscal do trabalho. O pedido é de 520 vagas para o cargo, que exige formação superior em qualquer área. A remuneração inicial é de R$ 13.067. O último concurso para o cargo aconteceu em 2006 e teve a oferta de 200 vagas. A Esaf foi a organizadora da seleção.

06-08-2009 | 14:43


O pleno do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) aprovou instrução normativa que regulamenta a publicação das remunerações e diárias pagas pela instituição. De acordo com o presidente do conselho, ministro Gilmar Mendes (foto), a medida é uma forma de tornar mais transparentes estes números. Segundo Mendes, a  instrução  é uma forma de dar mais transparência ao conselho. “Nós  estamos aperfeiçoando  a resolução e colocando  à disposição, no portal do CNJ na internet, também, os dados relativos ao próprio  conselho”, comentou. A instrução normativa determina que todas as remunerações e diárias pagas pelo CNJ sejam publicadas na internet até o quinto dia útil do mês subsequente ao efetivo pagamento, sem identificação pessoal do beneficiário. Tais informações ficarão localizadas no link intitulado “Transparência”, localizado na página  de abertura do portal, que pode ser acessado pelo endereço www.cnj.jus.br.


 

LDO estabelece divulgação


Em breve, os salários dos servidores públicos federais também vão estar na internet. É o que prevê a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) aprovada no mês passado pelo Congresso Nacional. Não serão divulgados, entretanto, a carga horária e o local exato de trabalho dos funcionários públicos. Na proposta original, a listagem a ser publicada na internet deveria conter “lotação e local do exercício” dos servidores. Isso significa que ficariam explícitos, por exemplo, os casos em que o funcionário fica lotado em um órgão de Brasília mas trabalha numa gerência regional em outra cidade do País. Mas, alegando necessidade de proteção dos servidores, a proposta foi alterada. A relação de servidores vai excluir aqueles “cujo exercício profissional é protegido por sigilo”. Assim, agentes da Receita Federal, Polícia Federal, Agência Brasileira de Inteligência (Abin) e fiscais do Ministério do Trabalho podem  nem figurar nas listas.

 

Ações na Justiça


Entidades que representam os servidores ameaçam entrar com ações na Justiça caso seja divulgado o nome do servidor ao lado da remuneração. Segundo os servidores, isso ameaça a segurança não apenas do funcionário como de suas famílias. Mas, não será tarefa fácil, já que o próprio Gilmar Mendes considerou legal a divulgação na internet dos salários dos servidores municipais de São Paulo, no primeiro semestre.  Para Mendes, a remuneração bruta mensal dos servidores públicos é um gasto do poder público.

 

Polêmica na capacitação


E a proposta do presidente do Tribunal de Contas da União (TCU), Ubiratan Aguiar, de criar uma universidade corporativa para ensinar aos servidores noções de gestão pública está causando o maior bafafá. A diretora de Comunicação e Pesquisa da Escola Nacional de Administração Pública (Enap), Paula Montagner, disse que as escolas de governo já exercem esse papel, sem a necessidade de criação de mais uma estrutura. Há três semanas, Aguiar levou sua proposta à ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff. Para ele, muitos projetos são barrados no TCU por dolo, mas outros tantos são rejeitados por falta de formação técnica. "Eu reconheço o valor da Enap e da Esaf. Mas elas têm um papel diferente, mais específico. O foco desta universidade que estou propondo é fortalecer os mecanismos de gerenciamento do Estado", disse Aguiar.


Demanda aumenta


Depois da aprovação do Mandado de Injunção 824 pelo Supremo Tribunal Federal, em maio, cresceu o número de consultas de filiados ao Sindicato dos Servidores do Poder Judiciário (Sindjus) que desejam saber se têm direito a esse benefício. Para se ter uma ideia da corrida ao setor jurídico do sindicato, em junho havia apenas dez pedidos de consulta. Mas, até o dia 31 de julho, outros 35 servidores entraram com pedidos de acompanhamento de seus casos, alguns já com a documentação pronta para a elaboração do requerimento que solicita acesso a esse tipo de aposentadoria. O Mandado de Injunção impetrado pelo Sindjus garantiu o direito à aposentadoria especial para os servidores que exercem atividades sob condições especiais que prejudiquem a saúde ou a integridade física, de acordo com o que diz o artigo 57 da Lei 8.213, de 1991. O direito à aposentadoria especial por insalubridade aos servidores públicos foi garantido pela Constituição Federal de 1998, mas até hoje não foi regulamentado. Em 18 ações julgadas recentemente, todas em 2009, os ministros do STF garantiram esse benefício.


Saúde mental em debate


Na abertura do 1º Fórum de Saúde Mental da Administração Pública Federal, o secretário-executivo do Ministério do Planejamento, João Bernardo Bringel destacou a necessidade da criação de uma política pública de atenção à saúde mental dos servidores federais. Segundo ele, é preciso quebrar o preconceito de um problema que afeta não só o ambiente de trabalho, mas também, o ambiente familiar das pessoas. “A política de atenção à saúde mental dos servidores é de importância fundamental. Nos vemos hoje expostos a problemas que não contávamos há algum tempo atrás. Problemas que envolvem divórcio, situações conflitantes com os filhos, depressão e dificuldade de adaptação no ambiente de trabalho. Estas situações podem, definitivamente, afetar a saúde mental das pessoas. Por isso, precisamos buscar formas de identificar, solucionar e, até mesmo, de prevenir esse tipo de problema”, afirmou.


 

Servidores em estado de alerta


A Confederação dos Trabalhadores no Serviço Público Federal (Condsef) discute a possibilidade de convocar uma plenária nacional extraordinária dos servidores de sua base depois que o governo começou a dar sinais de que pode recuar e romper com acordos firmados com diversas categorias. O assunto começou a ser discutido depois que a confederação recebeu a informação de que duas reuniões confirmadas para esta semana, no Ministério do Planejamento, foram canceladas sem justificativa consistente. A primeira categoria a sofrer prejuízo foi a dos servidores civis da carreira de Tecnologia Militar. Uma oficina que discutiria regulamentação da gratificação de qualificação (GQ) do setor aconteceria ontem. Os servidores têm garantido em acordo a discussão de reestruturação de tabela salarial para 2010. Os administrativos da Advocacia-Geral da União (AGU) também sofrerão prejuízo. Eles tiveram sua reunião agendada para amanhã cancelada. Para a Condsef esses cancelamentos são sinais do governo de que há disposição de recuar e não garantir todos os acordos firmados ao longo do ano passado e já transformados em lei. “Os servidores não estão dispostos a ver acordos já firmados sendo rompidos”, disse Josemilton Costa, secretário-geral da Condsef. Também está em jogo o reajuste para benefícios pagos.

06-08-2009 | 14:35