É o que pode ocorrer com os trabalhadores que venderam dez dias de férias no ano passado e abateram esse valor de sua renda tributável.

É que, dependendo de como a empresa, a fonte pagadora, declarou essa renda à Receita Federal, podem ocorrer divergências.

 

A melhor maneira de verificar é observando o informe de rendimento enviado pela empresa.

Se o patrão já declarou o dinheiro da renda das férias como isento, o contribuinte não precisa abater esse valor do total de sua renda tributável, pois a empresa já fez isso.

 

Caso as férias já tenham sido abatidas, o valor recebido pelos dias vendidos estará no campo Abono Pecuniário sem Incidência de IRPF.

 

Se o trabalhador abateu esse valor e a empresa também, há risco de a declaração já ter caído na malha fina.

 

O motivo é que a fonte pagadora informou um valor diferente daquele declarado pelo contribuinte.

 

A forma de resolver isso é o envio de uma declaração retificadora.

Fonte:

site Regiãonoroeste, no blog O outro lado da notícia

15-06-2009 | 08:37

 

Os sindicatos têm legitimidade para atuar como substitutos processuais de seus filiados na fase executiva do processo. Esse entendimento foi aplicado pela Corte Especial do Superior Tribunal de Justiça (STJ) no julgamento de um recurso interposto pela União com o objetivo de resolver a divergência existente sobre a matéria entre colegiados distintos do Tribunal.

 

No recurso, a União demonstrou a divergência por meio da apresentação de resumos de decisões da Sexta e da Primeira Turma do STJ. As decisões demonstravam e existência de duas teses sobre a questão. A primeira apontava que as entidades sindicais poderiam representar afiliados em processos do interesse destes últimos, mas em regime de representação processual. A segunda concluía que os sindicatos poderiam representar suas bases em juízo na fase executiva desde que na condição de substitutos processuais.

 

A substituição processual se manifesta quando uma pessoa pede, em nome próprio, direito de terceiro. Trata-se de uma legitimação extraordinária que dispensa a autorização do representado. Diferentemente, a representação processual impõe a existência de uma autorização expressa daquele que será representado no processo. Essa autorização é feita por procuração, documento que comprova o mandato.

 

Citando precedente recente do Supremo Tribunal Federal (ver RE 193.503) e jurisprudência do próprio STJ o relator do recurso, ministro Fernando Gonçalves, votou favoravelmente à possibilidade de substituição processual na execução. “[...] mesmo na fase de liquidação e execução de sentença, o sindicato atua na qualidade de substituto processual e não de representante, sendo desnecessária a autorização dos substituídos”, resumiu o ministro no voto apresentado no julgamento.

 

Com esse entendimento, a Corte Especial proveu, por unanimidade, o recurso (embargos de divergência) interposto pela União, mantendo, portanto, a decisão da Sexta Turma que já havia reconhecido a legitimidade do Sindicato dos Servidores Federais do Rio Grande do Sul (Sindserf/RS) para atuar como substituto processual de seus afiliados na fase executiva do processo.

Fonte: STJ

15-06-2009 | 08:35

 

Secretario Geral da NCST integra mesa principal da Comissão Especial da Jornada de Trabalho

A Comissão Especial da Jornada de Trabalho realizou no dia ontem, 9 de junho de 2009, Audiência Pública para ouvir representantes dos trabalhadores ligados à NCST, Nova Central Sindical de Trabalhadores, UGT, União Geral dos Trabalhadores e ABRH, Associação Brasileira de Recursos Humanos.

O secretário-geral da NCST, e presidente da CONTRATUH, Moacyr Roberto Tesch Auersvald, fez parte da mesa principal da Comissão em nome do presidente da Nova Central, José Calixto Ramos. Em seu pronunciamento, Moacyr foi direto ao defender a redução da jornada de trabalho de 44 para 40 horas: “É necessário reduzir a jornada de trabalho em razão de diversos fatores. Entre os principais, a geração de milhares de empregos, riquezas para o país, e mais saúde para o trabalhador, que terá mais tempo para descanso e lazer.”

Antônio Maria Cortizo, vice-presidente, e representante da UGT na ocasião, adotou postura semelhante a Moacyr, e defendeu a medida como fundamental para os trabalhadores brasileiros. “A redução da Jornada de Trabalho iria contribuir muito para a geração de empregos, e para a saúde de milhares de trabalhadores”, concluiu.

Ralph Arcanjo Chelotti e Carlos Pessoa dos Santos, representantes da ABRH, também defenderam a medida como um grande aliado ao trabalhador. Segundo ambos, a redução da jornada de trabalho traria aos empregados maior tempo, e assim possibilidades de convívio com a família, tempos para se dedicar ao descanso, lazer e também atividades culturais.

10-06-2009 | 09:17

 

Superintendência liberta 29 de trabalho escravo no corte de pinus

Um dos empregados da Fazenda Itapirapuã, em Doutor Ulysses (PR), dormia no curral; os outros ficavam em alojamento irregular. A água utilizada vinha de córrego. Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) não eram fornecidos

Por Bianca Pyl *

Mais um grupo de trabalhadores foi libertado de condições análogas à escravidão em propriedade de corte de pinus de reflorestamento, no Sul do país. Desta vez, a Superintendência Regional do Trabalho e Emprego do Paraná (SRTE/PR) encontrou 29 pessoas na Fazenda Itapirapuã, no município de Doutor Ulysses (PR), região do Varzeão, a 140 km da capital Curitiba. 

Alojamentos ilegais colocavam em risco a saúde e a segurança dos empregados (Foto: SRTE/PR)

Um dos trabalhadores dormia no curral da fazenda. O restante do grupo ficava alojado em barracos de madeira. O banheiro utilizado pelos empregados estava sem condições de higiene, segundo os fiscais. A água consumida diariamente vinha de um córrego e não recebia tratamento nenhum.

Os empregados trabalhavam para três empregadores diferentes. Somente cinco dos 29 trabalhadores tinham as Carteiras de Trabalho e da Previdência Social (CTPS) devidamente registradas pelo serviços prestados.

O pagamento era feito por diária e a única forma de controle eram as anotações em cadernetas. Os empregadores não depositavam os valores obrigatórios do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS).

Equipamentos de proteção individual (EPIs) também não eram fornecidos. Alguns providenciavam proteções por conta própria. A operação, realizada na semana passada, contou com a participação do Ministério Público do Trabalho (MPT) e da Força Verde da Polícia Militar Ambiental (PMA) do Paraná.

Após a fiscalização, os trabalhadores receberam as verbas referentes à rescisão do contrato de trabalho. O valor total pago foi de R$ 64 mil referentes às rescisões trabalhistas e ao FGTS. 

*Com informações do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE)

10-06-2009 | 09:14

 

Linha de crédito financia R$ 200 milhões para empresas de turismo



Linha de crédito financia R$ 200 milhões para empresas de turismo

Os ministros Luiz Barretto (Turismo) e Carlos Luppi (Trabalho e Emprego) anunciaram na manhã desta segunda-feira (8), no Forte de Copacabana (RJ), o início das operações da linha de crédito especial Giro Setorial Turismo. A partir do dia 15, R$ 200 milhões do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT) estarão disponíveis nas agências bancárias da Caixa Econômica Federal para financiar o capital de giro de empresas do setor de turismo. O pré-requisito para acesso ao crédito é estar regularmente cadastrado no Cadastur, sistema eletrônico do Ministério do Turismo que identifica prestadores de serviços do setor no país.

Micro, pequenas, médias e grandes empresas poderão tomar empréstimos de até R$ 5 milhões, a serem pagos no prazo máximo de três anos, com período de carência que pode chegar a 18 meses. O objetivo é pulverizar os recursos e atender o maior número de empresas.

Com a medida, o Ministério do Turismo cria um ciclo de incentivo às viagens e à qualificação dos serviços turísticos no país. Conforme o ministro Luiz Barretto, a linha de crédito é um aporte complementar que estimula também a geração de empregos no setor, juntamente com o recém-lançado Crediário Caixa Fácil para o Turismo, linha de financiamento para a compra de pacotes de viagens. “Nada mais importante que ofertar crédito num momento como este. De um lado, está o financiamento para o turista, e agora, o apoio financeiro para as empresas. Com mais recursos para capital de giro, os empresários ganham mais segurança para conduzir seus negócios”, disse o ministro.

A parceria dos ministérios reforça a idéia de trabalho conjunto pela Copa do Mundo de Futebol 2014, sinalizou o ministro Carlos Luppi. Para o Mundial, diversos projetos serão viabilizados para o setor de serviços e, especialmente, para segmentos de alta produtividade como o turismo. “Este é um setor estratégico para o crescimento do país, uma verdadeira vocação brasileira. É impressionante como em todo o lugar o turismo gera trabalho. Isso porque tem potencial e é estruturado por políticas públicas consistentes”.

O financiamento terá taxa de juros efetiva pós-fixada de até 2,8% + TJLP (Taxa de Juros de Longo Prazo) ou taxa de juros pré-fixada de até 8,5% ao ano. De acordo com o Codefat (Conselho Deliberativo do Fundo de Amparo ao Trabalhador), esses encargos são o teto, podendo, ainda, sofrer redução. Ao confirmarem adesão à linha de crédito, as empresas se comprometem a gerar ou manter empregos, sob pena de ter o vencimento antecipado do contrato de financiamento.

Segundo Fábio Lenza, vice-presidente da Caixa Econômica Federal, “a taxa de juros reduzida é uma demanda do empresariado do país. O momento da economia requer iniciativas que contribuam com as empresas e alavanquem o setor”, avaliou.

Cadastur – É um sistema eletrônico para cadastramento de prestadores de serviços turísticos e guias de turismo no país. Atualmente, conta com 38,2 mil nomes regulares em seu banco de dados. Quase 12 mil cadastros são de agências de turismo, 5,46 mil da categoria dos meios de hospedagem e mais de 10 mil identificam-se como transportadoras turísticas. O registro é feito gratuitamente pelo site www.cadastur.turismo.gov.br.

Atualmente, Tocantins, Sergipe, São Paulo, Santa Catarina e Roraima, Rondônia, Rio Grande do Sul, Rio Grande do Norte, Rio de Janeiro e Piauí são os estados da federação com maior número de empresas cadastradas no sistema.

Fonte: ASCOM

10-06-2009 | 09:12

 

Suspender os efeitos imediatos de uma sentença prejudicial à categoria

Por Rodrigo Chagas Soares

“Atordoante conflito de entendimentos doutrinários e jurisprudenciais quanto a legítima representatividade sindical”. Foi com essas palavras que a Meritíssima Juíza da 64ª Vara do Trabalho de São Paulo sentenciou os embargos de declaração (espécie de “recurso” trabalhista que se destina a corrigir erros e omissões do julgado) oposto pelo Sindicato de Fast Food de São Paulo. Sem notar e nos termos do que foi decidido, a Magistrada contesta a existência da entidade de Refeições Rápidas, cuja criação impôs desordem ao cenário sindical vigente, ainda que tenha proferido sentença de mérito em favor do Sindifast.

O Sindicato de Fast Food ingressou com a ação de cumprimento n. 02514200806402003 pleiteando o repasse das contribuições assistenciais e sindicais do Ponto de Interlagos, franquia da empresa Habib’s. Para defender os interesses da categoria, o Sinthoresp ingressou com Oposição (instrumento jurídico próprio para o terceiro interessado ingressar no processo para afirmar que lhe pertence o direito discutido naquela ação entre as partes).

A r. sentença de mérito entendeu que o legítimo representante dos trabalhadores do Habib’s é o Sindicato de Fast Food. Para tanto, a Juíza utilizou o material publicitário constante no site da empresa para proferir a decisão, desconsiderando os próprios argumentos de contestação do Habib’s que reconhecem que o legítimo representante de seus trabalhadores é o Sinthoresp e não o Sindifast.

A MM Juíza da 64ª Vara do Trabalho ignorou a confissão do Habib’s, que tem a preocupação em cumprir a sua função social perante seus trabalhadores e a sociedade, e julgou a ação em favor do Sindifast.

Inconformado com a decisão e para não permitir que o entendimento da MM Juíza da 64ª Vara do Trabalho prejudicasse de forma imediata os direitos dos trabalhadores do Habib’s, o Sinthoresp interpôs Recurso Ordinário (recurso próprio que se destina à reforma da sentença), bem como Ação Cautelar pedindo efeito suspensivo da r. sentença (ação que busca suspender os efeitos diretos e imediatos da decisão de modo que a sua aplicação tenha validade somente depois do Tribunal julgar os recursos das partes).

Sendo autuada pelo Egrégio Tribunal Regional do Trabalho de São Paulo, a ação cautelar recebeu o número 0009020090000200-4, recebida pelo Renomado Jurista e Excelentíssimo Desembargador, Sérgio Pinto Martins que, prevendo a possibilidade de reforma da sentença da 64ª Vara do Trabalho, concedeu efeito suspensivo tal como requerido pelo Sinthoresp.

Com a r. decisão, o Renomado Doutrinador protegeu os direitos dos trabalhadores do Habib’s do Ponto de Interlagos de maneira imediata. O Recurso Ordinário ainda será julgado pelo Egrégio Tribunal Regional do Trabalho, cuja Relatoria compete ao próprio Meritíssimo Desembargador Sérgio Pinto Martins.

A r. decisão da 2ª Instância, que suspendeu os efeitos, é um marco importante nos contratos de trabalho dos empregados do Habib’s, pois na Justiça do Trabalho, a regra é que as sentenças tenham aplicação imediata. Logo, com a concessão da liminar pelo Renomado Doutrinador e Desembargador Sérgio Pinto Martins, a r. sentença de 1ª Instância não surtiu o efeito imediato desejado exclusivamente e unilateralmente pelo Sindicato de Fast Food, mantendo-se ilesa a relação trabalhista entre empresa e empregados do Ponto de Interlagos.

O Recurso interposto pelo Sinthoresp será julgado e enquanto couber a defesa daqueles trabalhadores do Habib’s, e conseqüentemente a categoria lesada, esta entidade sindical estará atuando para que, aos poucos, seja estancado o “atordoante conflito de entendimentos” oriundo da criação do Sindicato de Refeições Rápidas (Sindifast), tal como observado pela Meritíssima Juíza da 64ª Vara do Trabalho de São Paulo.

 

Rodrigo Chagas Soares é advogado do Sinthoresp inscrito na OAB/SP, formado em Direito pela FMU e Pós-graduado em Direito Empresarial pela FMU.

09-06-2009 | 11:40

 É a melhor captação mensal desde dezembro de 2008; patrimônio líquido da aplicação ultrapassa R$ 278 bilhões

O volume de depósitos superou os saques e a captação líquida da caderneta de poupança ficou positiva em R$ 1,880 bilhão em maio, resultado da aplicação de R$ 78,839 bilhões contra o resgate de R$ 76,959 bilhões.

Os dados foram divulgados pelo Banco Central nesta quinta-feira (4).

É o melhor resultado mensal desde dezembro de 2008, quando a cifra foi de R$ 5,387 bilhões.

Além de interromper uma sequência de dois meses de performance negativa.

Em abril de 2009, o saldo ficou deficitário em R$ 941,746 milhões, resultado da retirada de R$ 91,405 bilhões contra a alocação de R$ 90,463 bilhões.

Na análise diária, em metade dos 20 dias úteis do mês passado a captação líquida da poupança foi positiva.

Patrimônio líquido fica em R$ 278,571 bi
Em maio, houve rendimento de R$ 1,371 bilhão dos recursos já aplicados. O patrimônio líquido do investimento passou para R$ 278,571 bilhões.

Vale destacar que, no último dia 13 de maio, o Governo apresentou proposta de diminuir a migração dos investidores dos fundos de investimentos para a poupança, que vinha sendo percebida com as frequentes reduções da Selic, que tornaram as aplicações na caderneta mais atrativas.

Sob o discurso de incentivar novas reduções na taxa básica de juro e manter a rentabilidade da poupança para pequenos investidores, o Governo propôs tributar os rendimentos da caderneta, hoje isentos, para aplicações acima de R$ 50 mil - o que eles definiram de grandes investidores.

A mudança ainda precisa passar por aprovação do Congresso. (Fonte: Infomoney)


 

05-06-2009 | 09:53

 O ministro do Planejamento, Orçamento e Gestão, Paulo Bernardo admitiu, nesta quinta-feira (4), que o Congresso Nacional não deve aprovar a reforma tributária (PEC 233/08) proposta pelo Governo até o fim do mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

"Tudo indica que vamos terminar 2010 sem ter feito reforma tributária", afirmou Bernardo em discurso na reunião do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social.

O ministro destacou que, durante o Governo Lula, foram promovidas diversas reduções de impostos e que não houve elevação de alíquotas.

Paulo Bernardo afirmou que, caso a reforma só seja aprovada em 2011, as mudanças passariam a vigorar apenas em 2013.

"É um prejuízo muito grande para o país", disse Bernardo a jornalistas em um intervalo da reunião.

Segundo ele, a aprovação da reforma demandaria um "grande esforço dentro do Congresso", o que não estaria ocorrendo.

"Aparentemente quem está vencendo é quem quer manter a guerra fiscal, a burocracia e a carga tributária inalteradas, é muito ruim".

O ministro disse ainda que a economia brasileira já deu sinais de ter superado os piores efeitos da crise financeira global.

"Mas sem dúvidas as sequelas do período de crise estão aí e temos que melhorar", citando uma piora nos indicadores de desemprego, investimento privado e crédito. (Fonte: Reuters)

05-06-2009 | 09:52

 A assessoria parlamentar do DIAP teve acesso ao ato da Mesa Diretora da Câmara para instalar a comissão especial que vai analisar a PEC 555/06, do ex-deputado Carlos Mota (PSB/MG), que trata do fim da contribuição dos inativos.

Segundo informações da Secretaria Geral da Mesa e do deputado Arnaldo Faria de Sá (PTB/SP), o presidente da Câmara, Michel Temer (PMDB/SP) aguarda apenas acordo entre os líderes para definir o deputado que vai presidir o colegiado.

Definida esta questão, Temer, informaram, vai instalar a comissão de mérito da proposta, cujo texto foi aprovado pela CCJ em 3 de outubro de 2007.

A proposta revoga o artigo 4º da Emenda Constitucional 41, para eliminar a cobrança de contribuição dos aposentados e pensionistas do serviço público.

A PEC determina ainda à retroação dos efeitos da revogação a 1º de janeiro de 2004.


 

05-06-2009 | 09:51

 Segundo informações da Federação dos Trabalhadores no Comércio do Pará e Amapá (Fetracom) e da União Geral dos Trabalhadores (UGT), central ao qual o Sindicato é filiado, Josenaldo estaria sendo ameaçado, em virtude de atuação em defesa dos direitos dos trabalhadores do frigorífico

O sindicalista Josenaldo Alves da Silva, diretor do Sindicato dos Trabalhadores no Comércio da cidade de Redenção (PA), foi encontrado morto com dois tiros na cabeça por volta de 23h30 da última segunda-feira (1º) na periferia de Santana do Araguaia.

Maranhense, com 25 anos de idade, Josenaldo era funcionário do Frigorífico Bertin e responsável pela delegacia sindical da cidade.

Segundo informações da Federação dos Trabalhadores no Comércio do Pará e Amapá (Fetracom) e da União Geral dos Trabalhadores (UGT), central ao qual o Sindicato é filiado, Josenaldo estaria sendo ameaçado, em virtude de atuação em defesa dos direitos dos trabalhadores do frigorífico - um dos maiores da América Latina e que fez parte a lista de desmatadores na Amazônia.

Amigos da vítima também acreditam que a morte dele foi encomendada, pois nada foi roubado de Josenaldo. Comentários na cidade dão conta que o crime teria sido encomendado por cerca de quatro mil reais a pistoleiros que atuam no sul do Pará.

Apuração
O presidente da Fetracom e da UGT no Pará, Zé Francisco, lamenta o episódio e informa que os diretores dos Sindicatos filiados à Federação e à Central no sul do Pará estão se deslocando para Santana do Araguaia.

Eles vão acompanhar os trabalhos da polícia com o objetivo de identificar os autores e mandantes do crime. (Fonte: CNTC)

05-06-2009 | 09:50