O secretário de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), Welber Barral, dá entrevista hoje (2) para comentar o resultado da balança comercial de janeiro deste ano. Será às 15h30 no auditório do ministério. Os resultados prévios da balança estarão disponíveis a partir das 11h, no site www.desenvolvimento.gov.br.
Fonte Agência brasil

02-02-2009 | 10:01

Brasília - Suplentes de vereadores de todo o país fazem manifestação hoje, às 8h, no Plenário Ulysses Guimarães, da Câmara dos Deputados. O ato de protesto tem o objetivo de pressionar a Mesa da Casa a promulgar a Proposta de Emenda Constitucional (PEC) dos Vereadores.

A emenda trata da recomposição das câmaras municipais e recria 7.343 vagas. Até agora, a PEC 20, de 2008, foi promulgada somente na Mesa do Senado.

 


Fonte: Agência brasil

02-02-2009 | 10:00

São Paulo - De hoje a quarta-feira (4) será realizado, em São Paulo, o 2º Simpósio Internacional Não à Violência Contra a Mulher. De acordo com a organização do evento - a Federação Democrática Internacional de Mulheres (Fdim) - devem participar cerca de 150 representantes de entidades ligadas às mulheres, entre elas órgãos nacionais, lideranças sindicais e organizações internacionais de Cuba, da Argentina, Índia, Palestina, Grécia e do Chipre, além de entidades femininas ligadas à Comunidade dos Países de Língua Portuguesa.
 

O encontro tem o apoio do Ministério das Relações Exteriores e da Secretaria Especial de Políticas para Mulheres. Será na Casa do Professor (Apeoesp). 


Fonte: Agência brasil

02-02-2009 | 09:59

Brasília - Ao comentar o pacto federativo na tentativa de melhorar os índices sociais no país, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva cobrou hoje (2) dos prefeitos boa vontade e disposição.

Ele avaliou que os números sobre mortalidade infantil, registro civil, alfabetização e agricultura familiar vêm melhorando, mas admitiu que a média nas Regiões Norte e Nordeste ainda é bem maior.

“Queremos fazer com que haja igualdade. Nós tivemos a reunião com os governadores e vamos ter a reunião com os prefeitos. E vamos estabelecer com eles um acordo para que a gente priorize definitivamente essas questões. Se todos nós trabalharmos nesses últimos dois anos, poderemos entregar o Brasil com um índice bem menor de mortalidade infantil e de analfabetismo”, disse.

Em seu programa semanal Café com o Presidente, Lula voltou a insistir que para que as políticas propostas pelo governo federal “dêem certo”, a pactuação com as prefeituras é necessária. Segundo ele, a participação ativa de prefeitos faz com que as chances de sucesso nas iniciativas governamentais sejam “infinitamente maiores”.


Fonte: Agência brasil

02-02-2009 | 09:57

 

O Tribunal Superior do Trabalho realiza hoje (02), às 14h, sessão do Órgão Especial que marcará a abertura dos trabalhos do TST em 2009. Logo em seguida, às 14h15, o Tribunal Pleno se reúne para eleger a nova administração do Tribunal para o biênio 2009/2011.

De acordo com o Regimento Interno do TST, os cargos de direção – presidente, vice-presidente e corregedor-geral da Justiça do Trabalho – são preenchidos mediante eleição, em que concorrem os ministros mais antigos do Tribunal, em número correspondente aos dos cargos. A reeleição é proibida, e os mandatos são de dois anos. A votação é feita por escrutínio secreto e pelo voto da maioria absoluta, em sessão marcada nos 60 dias antecedentes ao término dos mandatos anteriores. O mandato do atual presidente, ministro Rider Nogueira de Brito, encerra-se no dia 2 de março – data em que ocorrerá a posse da nova direção.

 

Fonte: TST

02-02-2009 | 08:27

 

Levantamento do Iedi (Instituto de Estudos para o Desenvolvimento Industrial) mostra que o "spread" bancário no Brasil equivale a 11 vezes a taxa média registrada nos países desenvolvidos.

 

O "spread" representa a diferença entre o custo do dinheiro captado pelo banco e o custo efetivo do empréstimo repassado ao consumidor. O estudo foi feito a pedido da Folha, que publica em sua edição deste domingo a reportagem com os resultados.

 

A média do "spread" brasileiro foi de 34,88 pontos percentuais em 2008, ante 3,16 pontos nos bancos de Primeiro Mundo. Mesmo considerando o grupo das nações em desenvolvimento, a diferença ainda é ampla: pelos cálculos do Iedi, a média simples das taxas de 62 países aponta para uma taxa de 6,55 pontos.

 

A Febraban (Federação Brasileira de Bancos) contestou a metodologia do instituto, sob o argumento de que é impossível comparar "spreads" brutos.

 

A Federação reconheceu que a taxa brasileira é alta, devido aos juros altos, escala limitada e dificuldades para recuperação de ativos.

Fonte: Folha OnLine

02-02-2009 | 08:25

 

A empresa, que fabrica meias e roupas íntimas em Araraquara, Interior de São Paulo, esperava crescer 12% em 2008. Cresceu 25%, fechando o ano com faturamento de cerca de R$ 380 milhões, sem tomar conhecimento do turbilhão de más notícias sobre os efeitos da crise internacional sobre a indústria brasileira. Para 2009, as previsões são otimistas: crescer 12%. E a Lupo já se prepara para isso. Em junho, inaugura uma nova fábrica de roupas íntimas em Araraquara, que ampliará em 20% sua capacidade de produção.

Fonte: Agência Sindical

02-02-2009 | 08:23

 

Acordos firmados com trabalhadores incluem corte de 10% a 18% na remuneração e um dia a menos de trabalho por semana. Nem todas as empresas garantem a manutenção das vagas

 

Com os novos acordos anunciados ontem pela indústria automotiva paulista, já passa de 11 mil o número de trabalhadores submetidos à redução de jornada de trabalho com corte de salários em todo o Brasil. A medida sinaliza um revés para as centrais sindicais, que historicamente sempre defenderam a diminuição de jornada sem redução salarial e rechaçavam a possibilidade de flexibilização mesmo diante dos efeitos da crise.

 

De acordo com a Superintendência Regional do Trabalho e Emprego no Paraná (SRTE-PR), até o momento nenhum acordo deste tipo foi registrado no estado. No entanto, quatro empresas com sede no Paraná - Renault, Yazaki, Maflow e Alusur - formalizaram acordos de suspensão temporária de contratos de trabalho, atingindo cerca de 1,8 mil trabalhadores. Mais de 1,3 mil pessoas foram demitidas no estado desde setembro em cortes relacionados à crise econômica.

 

O presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de São Paulo, Miguel Torres, afirma que a entidade já foi procurada por 120 empresas buscando consolidar acordos de flexibilização - 99% delas do setor de autopeças. "O sindicato tem autonomia sobre suas bases, mas é o trabalhador que sabe a hora de decidir. Um operador que não liga o torno há três meses sabe que o emprego corre risco e tem medo do fantasma de desemprego", diz Torres.

 

A Valeo, fabricante de faróis e lanternas para veículos, em São Paulo, foi a primeira a anunciar, na quarta-feira, a redução de 1 dia na jornada semanal com redução de 15% nos salários de cerca de 800 trabalhadores. O acordo prevê a estabilidade dos empregos por 135 dias.

 

Ontem, foi a vez de os trabalhadores da MWM Motores aprovarem a proposta da empresa de reduzir a jornada em 20% e os salários em 17,5%. A medida valerá por 90 dias. Os cerca de 2,8 mil trabalhadores receberam a garantia de estabilidade no emprego por até 45 dias após o final do período.

 

Os trabalhadores da fabricante de autopeças Sabó, também em São Paulo, aprovaram em assembleia na tarde de ontem a redução de um dia na jornada semanal, com corte de 12% nos salários. A medida atinge 1,6 mil trabalhadores da empresa e é válida por 90 dias, com a garantia de estabilidade dos funcionários por mais três meses após o término do acordo.

 

A indústria de autopeças gaúcha GKN, depois de conceder férias coletivas, fechou um acordo que prevê a redução de um dia de trabalho por semana com diminuição de 14,6% no salário de 1,4 mil empregados.

 

O maior acordo, no entanto, vem de outra empresa gaúcha. O grupo Randon - que reúne fabricantes de autopeças, implementos rodoviários e veículos, além de uma empresa de consórcios - vai reduzir entre 8% e 10% os salários e a jornada de 4,7 mil funcionários. O acordo tem três meses de vigência e não prevê a estabilidade dos funcionários nem durante nem após o período.

Fonte: Diap

02-02-2009 | 08:22

 

Brasília - O reajuste do salário mínimo, de R$ 415 para R$ 465, deve provocar um impacto negativo de R$ 7,9 bilhões nas contas da Prevîdência Social em 2009. Segundo o Ministério da Previdência Social, as despesas terão uma elevação de R$ 8,7 bilhões por conta dos R$ 50 a mais nos benefícios. Mas, em direção contrária, a arrecadação previdenciária também deve ter aumento: R$ 856 milhões no ano.

 

Atualmente, um total de 13,9 milhões de aposentados e pensionistas recebe um salário mínimo de benefício. Existem ainda outros 3,3 milhões de beneficiados nos programas assistenciais (LOAS, aposentadoria rural). O novo valor do mínimo entra em vigor amanhã.

 

Sem contar os benefícios assistenciais, a Previdência Social registrou um déficit de R$ 36,2 bilhões no ano passado. Houve uma queda no saldo negativo em relação a 2007, quando o déficit foi de R$ 44,9 bilhões. O Ministério da Previdência Social, no entanto, já espera uma piora nos números em vista da crise financeira mundial que está reduzindo o número de empregos e aumentando as demissões

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Um impacto positivo do salário mínimo é a distribuição de renda na economia. O Ministério do Trabalho divulgou ontem que um total de R$ 23,1 bilhões deve se injetado na economia brasileira neste ano.   

Fonte: Agência Brasil

02-02-2009 | 08:21

 

Apenas 12,8% dos empresários industriais acreditam que a situação vai melhorar nos próximos seis meses, o pior percentual da história. Quase 36% dos 1.104 entrevistados pela FGV apostam no pior

 

A indústria brasileira não vê luz no fim do túnel. Sondagem da Fundação Getúlio Vargas (FGV) divulgada ontem mostra que o pessimismo passou a influenciar as perspectivas de curto prazo das empresas. O setor, que amarga queda na produção e uma onda de demissões por causa da crise internacional, descarta qualquer recuperação - ainda que discreta - porque convive com estoques elevados, enfrenta dificuldades em captar recursos e sofre com os efeitos colaterais da retração na demanda externa.

 

O desalento ganha forma e números no Índice de Expectativas da FGV. A taxa atingiu em janeiro o nível mais baixo de toda a série histórica, iniciada em abril de 1995. Das 1.104 firmas pesquisadas entre os dias 5 e 26 deste mês, apenas 12,8% esperam por melhora da situação ao longo dos próximos seis meses - o menor percentual para este grupo havia sido registrado em outubro de 1998 (21,2%). Na outra ponta, 35,8% das companhias apostam em piora no semestre - em agosto do ano passado, período pré-crise, o índice era de 2,2%.

 

A FGV envia questionários a grandes, médias e pequenas empresas e adota padrões internacionais para tabular os dados. Esse tipo de análise é um importante termômetro que ajuda a estimar a real capacidade de retomada que a indústria terá quando a fase aguda da turbulência internacional chegar ao fim.

 

Ao todo, 21 gêneros industriais são consultados, mas os resultados gerais refletem o momento de apenas 14 deles, justamente aqueles em que a concentração é menor e a concorrência, mais acentuada.

 

O Índice de Confiança da Indústria (ICI), outro balizador da Sondagem Conjuntural, manteve-se praticamente estável ao sair de 74,7 pontos em dezembro para 75,1 pontos em janeiro (a escala vai de zero a 200).

 

"A pesar de registrar a primeira variação positiva após quatro recuos mensais consecutivos, a leitura do resultado de janeiro ainda não pode ser considerada favorável", ressaltou a FGV no comunicado oficial que acompanha a pesquisa. O ICI de janeiro é o menor desde 1995. O pico foi registrado em novembro de 2007 (119,8), patamar que refletia à época boa parte do superaquecimento do setor produtivo.

 

Flávio Castelo Branco, gerente-executivo da Unidade de Política Econômica da Confederação Nacional da Indústria (CNI), adverte que alguns setores, como o automobilístico e o siderúrgico, puxaram o freio de mão rápido demais, mas que a tendência, segundo ele, é que outros segmentos façam ajustes menos agressivos.

 

"É como no caso das demissões que estão ocorrendo: nenhuma empresa demite por três meses. Se há dispensas, é porque a companhia sabe que não vai precisar daquele número de funcionários tão cedo", reforçou. A explicação justifica, por exemplo, a velocidade com que o desemprego assolou a indústria do estado de São Paulo, que só em dezembro fechou 130 mil postos de trabalho.

 

Pé no freio
A FGV também mediu o nível de utilização de capacidade instalada. Pelo cálculo, sem ajuste sazonal, houve queda: em janeiro o indicador atingiu 76,7% - em dezembro eram 80,6%. De acordo com a sondagem, esse foi o menor nível desde janeiro de 1993, quando o levantamento havia apurado um uso da capacidade instalada da ordem de 72%. Ainda conforme a FGV, mesmo com ajuste sazonal, o nível de uso de capacidade em janeiro foi baixo, o mais modesto desde outubro de 2005.

 

Aloísio Campelo, coordenador de sondagens conjunturais da FGV, diz que incertezas internas e externas deixam as indústrias sem qualquer poder de reação no momento. Pelo menos por enquanto o setor produtivo industrial está a reboque das consequências da crise, reforçou.

 

"Nos últimos meses, a tese do descolamento da turbulência externa em relação ao Brasil não se sustentou. O que há são segmentos registrando quedas menos acentuadas do que outros. Não existem efeitos contraditórios nisso como alguns querem acreditar", afirmou Campelo.

 

Fonte: Correio Braziliense

02-02-2009 | 08:20