A TAM reconheceu, nesta segunda-feira (18), que cometeu um erro no registro do pagamento de passagens em nome da mãe de Ciro Gomes (PSB/CE) para Nova Iorque. Segundo a companhia, esses bilhetes foram pagos pelo deputado.

Conforme a Folha de S.Paulo publicou em abril, duas passagens para Maria José Gomes foram emitidas da cota de Ciro.

Na ocasião, o deputado teve uma reação colérica à reportagem. "Trata-se de leviana e grosseira mentira aquilo que foi feito, envolvendo pelo menos o nome de minha mãe, octogenária".

Depois, repetiu a jornalistas que creditavam a informação ao Ministério Público: "Ministério Público é o caralho! Não tenho medo de ninguém. Da imprensa, de deputados. Pode escrever 'o caralho' aí".

Ele disse que havia comprado com recursos próprios o bilhete de sua mãe para acompanhá-lo em missão oficial aos EUA. Segundo Ciro, só o bilhete dele foi emitido da cota.

Nesta segunda-feira (18), o site Congresso em Foco publicou cópia do recibo dos bilhetes, afirmando que a Câmara pagou dois bilhetes em nome de Maria José Gomes para Nova Iorque.

A TAM esclareceu que houve troca dos documentos de compra dos bilhetes, e os créditos com recursos próprios referentes ao bilhete de Maria José foram registrados em nome de Ciro. (Fonte: Folha de S.Paulo)

 

20-05-2009 | 10:22

 

O número de pessoas que deram entrada no seguro-desemprego no Grande ABC disparou no início deste ano.

Em março, foram 15.053, que representou aumento de 12,8% em relação aos que fizeram o pedido em fevereiro (13.342) e alta de 45,6% frente a outubro, no início da crise global, de acordo com dados do Ministério do Trabalho. Existem atualmente, por esse levantamento, 136.555 que recebem o benefício na região.

Esse crescimento percentual foi até maior do que a expansão do total de desempregados. Pesquisa do Seade/Dieese mostra que o contingente dos sem-emprego no Grande ABC aumentou 12% na comparação mensal mensal (12% ante fevereiro), e ampliou 19% comparado ao período em que estouraram as turbulências na economia.

Uma das explicações para o forte aumento de pedidos é o fato de que o emprego formal (trabalhadores com registro em carteira) foi atingido pela desaceleração econômica, sob o efeito do encolhimento do crédito e das maiores restrições dos bancos para compras financiadas de automóveis, por exemplo.

No primeiro trimestre, foram eliminadas 12 mil vagas formais na região, apontou o Ministério.

O volume de solicitações do benefício cresceu sobretudo em São Bernardo e Diadema - que tiveram respectivamente expansão de 23,9% e 19,1% em março na comparação com fevereiro. As duas cidades têm forte presença do setor automotivo - que foi um dos segmentos que liderou as demissões no país.

Segundo a coordenadora do curso de Ciências Econômicas da Umesp (Universidade Metodista de São Paulo), Silvia Okabayashi, há que se ressaltar que o início do ano, geralmente, é marcado por um número maior de desempregados, em função da dispensa dos temporários contratados no Natal.

"Contudo, é importante notar que, até a ‘explosão' da crise financeira mundial, presenciávamos um crescimento da demanda por bens e serviços", destacou.

A deterioração do mercado de trabalho, na avaliação da professora de economia da USCS (Universidade Municipal de São Caetano) Marlene Laviola, teria ocorrido não apenas da piora na demanda, mas também por uma ação preventiva das empresas, devido à falta de perspectiva de rápida reação do consumo.

Ela observa que há segmentos já esboçando reação no nível de atividade.

"Sabemos, no entanto, que a recuperação do emprego é mais lenta do que a da produção", afirmou. (Fonte: Diário do Grande ABC)

20-05-2009 | 10:21

Em entrevista à Terra Magazine, o senador José Agripino Maia (DEM/RN) disse que a "tese" de que a CPI da Petrobras seja um "palanque eleitoral" para a oposição agride a "imprensa" do país.

"Quem fez as denúncias não foi nem o DEM, nem o PSDB, nem o PPS. Elas surgiram em jornais e revistas de respeitabilidade reconhecida (...) Essa história de palanque da oposição é uma agressão aos veículos de comunicação", afirmou.

Ora, qualquer estudante primário honesto é capaz de identificar a relação carnal da mídia com a oposição. Eles são sangue do mesmo sangue. A diferença é que a oposição está no seu papel.

Mas como ela não tem forças para levar ao povo suas propostas - que, convenhamos, se forem abertamente expostas não elegem ninguém -, entra em cena a mídia e as suas imundícies. É um jogo orquestrado, antidemocrático e rasteiro.

Essa gente é formada por um grupo minoritário e não existe investigação ou documento capaz de convencê-lo do contrário. Mesmo que o resultado da CPI seja nenhum, eles vão continuar martelando a mesma tecla.

Desde a UDN embrionária, lá pelos idos dos anos 30, essa é a maneira de a direita fazer política no Brasil. Hoje, os udenistas-dem-tucanos recorre de novo ao combate à "corrupção" como arma eleitoral e golpista.

O governo está indo bem ao fazer com que os partidos que são da sua base de apoio componham a maioria dos membros titulares da CPI.

Conforme divisão feita pelos partidos e repassada à mesa diretora do Senado, entre 11 membros titulares e os sete suplentes, o governo poderá indicar oito titulares e, no caso dos suplentes, a base deverá indicar cinco vagas.

Desta forma, restará à oposição três vagas entre os titulares e duas vagas para suplentes. Entre os cargos do governo, o bloco de apoio (PT, PR, PSB, PRB e PCdoB), comandado pelo líder Aloízio Mercadante (PT/SP), deverá fazer três indicações.

O bloco da maioria (PMDB e PP), liderado por Renan Calheiros (PMDB/AL), também poderá indicar três vagas. O chamado bloco da minoria (PSDB e DEM), liderado por Raimundo Colombo (DEM/SC), também deverá fazer três indicações.

Há ainda uma vaga de titular para o PDT e uma para o PTB. Cada bloco deverá indicar ainda dois suplentes e a sétima vaga deverá ser destinada ao PTB.

Feita a divisão, cada partido deverá indicar em breve os nomes que deverão compor a CPI. Depois disso, deve ser realizada uma eleição na qual serão definidos quem serão o presidente e o relator da comissão.

A mídia certamente fará um carnaval com esse encaminhamento. Afinal, democracia não faz parte de suas práticas. Essa gente acha que está acima das leis, do Estado e do povo. O Estado é o governo de homens organizados em classes. E a política é a arte de organizar os homens.

A vida política, portanto, é o afrontamento dos interesses sociais - ou seja, de classe - pela direção do Estado. Eis o que se aprende sobre política com o ABC da democracia.

Evidentemente, a compreensão dessas categorias é difícil em um país domado pela mídia ocupada por caráteres melífluos.

Por isso, talvez, em meio a esse fogaréu que se instalou em Brasília, o que se vê são discursos rasos, que estabelecem o emocionalismo que opõe o indivíduo, magoado em sua pureza ingênua como uma moçoila oitocentista, e a realidade ingrata que devora sonhos.

A última contribuição dos udenistas-dem-tucanos e sua equipe de donos da verdade é na verdade uma grande confusão.

É fácil imaginar o redemoinho em que podem se transformar as notícias vazadas com segunda, terceira e quarta intenções no âmbito de uma CPI como essa.

É essa, unicamente, a leitura que se pode ter dessa CPI. O objetivo é apenas fazer marola para atrapalhar o governo, negociar alguma vantagem para a família e os amigos e nada mais.

Não é, nem de longe, estudar a fundo a questão, propor mudanças na legislação e criar os meios para melhorar o combate à corrupção. Há também os casos onde a ignorância trabalha contra a informação.

Seria muito melhor que o Congresso discutisse, a partir de episódios como esse, a natureza da corrupção no Brasil.

Seria útil também que, em vez de apostar em espertezas de resultados políticos duvidosos, os parlamentares envolvidos nessa manobra se empenhassem em dar agilidade aos trabalhos do Congresso.

Mas, já que o estrago político está feito, o governo não tem melhor alternativa do que obstruí-la por todos os meios parlamentares conhecidos e toleráveis.

O que está em jogo não é a "moralidade pública", mas projetos políticos para o país. (Fonte: blog O outro lado da notícia)

20-05-2009 | 10:20

As empresas Perdigão e Sadia anunciaram hoje, em comunicado enviado ao mercado, acordo que prevê a união das duas companhias, criando uma empresa gigante do setor de alimentos, que recebeu o nome de Brasil Foods.

Pela operação, a Sadia, que precisava se capitalizar após as perdas de R$ 2,6 bilhões com derivativos, terá suas ações incorporadas em um primeiro momento pela sociedade criada no acordo, chamada HFF Par, que posteriormente terá suas ações incorporadas pela Brasil Foods.

Os grandes acionistas de Sadia (famílias Furlan e Fontana) e Perdigão (que tem controle pulverizado nas mãos de fundos, liderados pela Previ) continuarão presentes na nova sociedade.

O estatuto do Conselho de Administração das duas empresas será alterado. No caso da Perdigão, será estabelecido um número máximo de 11 membros e implantada uma copresidência no âmbito do conselho de administração e serão eleitos três novos conselheiros indicados pelos acionistas da HFF, sendo um deles para ocupar o cargo da copresidência.

Já o estatuto da Sadia será alterado para ter no máximo 12 membros e será criada a estrutura de copresidência, com substituição de alguns membros para assegurar que esse conselho seja composto pelas mesmas pessoas do conselho de administração da Brasil Foods.

Paralelamente, a Brasil Foods realizará uma oferta pública de ações para captação de recursos no valor estimado de R$ 4 bilhões. O comunicado não menciona a participação do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), tido como um dos investidores na oferta.

O objetivo da captação é sanar os problemas financeiros da Sadia, que, no fim de março, apresentava uma dívida total de R$ 8 bilhões. Somente no curto prazo, ou seja, até o primeiro trimestre de 2010, a empresa tem um passivo financeiro de R$ 4,27 bilhões. A maior parcela, equivalente a R$ 1,87 bilhão, vence no terceiro trimestre deste ano.

Os problemas financeiros enfrentados pela Sadia desde o ano passado, após os prejuízos com operações de derivativos, foram o principal estímulo para que as duas empresas finalmente chegassem a um acordo para a fusão. Durante a história das rivais, foram várias as tentativas de associação, sem sucesso.

A mais emblemática ocorreu em 2006, quando a Sadia apresentou uma oferta hostil à Perdigão. A proposta não só foi negada como serviu de estímulo à Perdigão, cujo valor de mercado mais do que dobrou desde então.

Hoje, ela garante a posição de acionista majoritário na tão aguardada gigante de alimentos brasileira, que nasce com faturamento anual de R$ 22 bilhões. (Fonte: Agência Estado)

 

20-05-2009 | 10:19

A Comissão Especial da Jornada Máxima de Trabalho realiza nesta terça-feira (19) audiência pública para discutir a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 231/95, que reduz a carga horária máxima semanal de 44 para 40 horas e aumenta o valor da hora extra de 50% do valor normal para 75%.

A proposta, de autoria do ex-deputado Inácio Arruda (atualmente senador), mantém as demais regras contidas na Constituição: jornada diária máxima de oito horas e possibilidade de compensação de horários e de redução da jornada por meio de acordo ou convenção coletiva de trabalho.

Convidados
Foram convidados para a audiência:
- o pesquisador Roberto Henrique Sieczkowski Gonzalez, do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea);
- o sociólogo José Pastore, da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe);
- o presidente do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), Tadeu Moraes de Sousa.

O debate foi sugerido pelo relator da comissão, deputado Vicentinho (PT-SP), e pela deputada Rita Camata (PMDB-ES).

A audiência será realizada às 14h30, no plenário 5.

Fonte: Agência Câmara

 

19-05-2009 | 08:39

 

Esta semana, na quinta-feira (21), dirigentes sindicais se reúnem com o presidente da Casa, Michel Temer (PMDB/SP), para tratar da inclusão, na pauta de votação no plenário, de matérias de interesse dos trabalhadores. Na semana passada, as centrais fizerem reunião para definir a agenda prioritária
 

O plenário da Câmara dos Deputados pode votar, em sessão extraordinária, a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 277/08 que, nesta semana é um dos destaques da pauta do Plenário para as sessões extraordinárias.

Nas sessões ordinárias, os deputados podem analisar a MP 459/09, que cria o programa habitacional Minha Casa, Minha Vida para a população com renda de até dez salários mínimos. O objetivo é construir 1 milhão de moradias populares a um custo estimado de R$ 60 bilhões.

Outra MP em pauta é a 460/09 que reduz tributos sobre as motocicletas, nacionais ou importadas, e para as construtoras de imóveis no âmbito do programa habitacional criado pela MP 459/09. Essa renúncia fiscal será compensada, em parte, pelo aumento de tributos sobre os cigarros.

Nesta quinta-feira (21), dirigentes sindicais se reúnem com o presidente da Casa, Michel Temer (PMDB/SP), para tratar da inclusão na pauta de votação do plenário matérias de interesse dos trabalhadores.

 

Cadastro Positivo
A proposta deverá entrar em pauta extraordinária nesta quarta-feira (20), assim como o projeto que cria o cadastro positivo de consumidores (PL 836/03). Na terça (19) e quinta-feira (21), a Câmara deverá apreciar as medidas provisórias com prazos vencidos.

 

O projeto prevê a instalação de um banco de dados de bons pagadores que seria consultado por estabelecimentos comerciais e principalmente por bancos, nos casos de pedidos de empréstimos.

 

Os defensores da ideia acreditam que as pessoas inscritas no Cadastro Positivo conseguirão juros menores nas operações de crédito.

Fonte: Diap

 

19-05-2009 | 08:37

 

Com a criação de 106.205 postos de trabalho, o emprego formal cresceu 0,33% em abril em relação ao mês anterior. Este é o melhor resultado mensal desde setembro do ano passado.

Os dados fazem parte do Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados), divulgado nesta segunda-feira (18) pelo Ministério do Trabalho.

Foram extintos 5,171 milhões de postos de trabalho no primeiro quadrimestre do ano, enquanto outros 5,220 milhões foram criados, registrando um saldo positivo 48,4 mil vagas, ou seja, uma variação positiva de 0,15% frente ao mesmo período do ano anterior.

Nos últimos doze meses, o saldo também foi positivo, de 2,18%, com acréscimo de 651.696 postos de trabalho.

Crescimento setorial
Na análise mensal, dentre os oito setores de atividades econômicas, apenas a Indústria Extrativa Mineral apresentou um saldo negativo, de 0,34% na oferta de trabalho, registrando 582 vagas a menos no mês. O setor de Indústria de Transformação registrou relativa estabilidade no mês passado, com saldo positivo de 183 novas vagas em abril. Com esse resultado, a Indústria apresenta, pela primeira vez no ano, saldo positivo, depois da trajetória de fechamento de postos verificada nos cinco meses anteriores.

O Comércio também demonstrou recuperação. Após quatro meses de resultados negativos, o comércio apresentou aumento de 5.647 postos de trabalho (+0,08%) no contingente de assalariados com carteira assinada e a Administração Pública obteve uma expansão de 0,63%, resultante da geração de 5.032 postos de trabalho, o terceiro melhor resultado da série do Caged.

O setor de Serviços obteve o quinto melhor resultado para o mês da série do Caged, com a criação de 59.279 postos de trabalho, impulsionado principalmente pelos ramos de Serviços de Alojamento, Alimentação e Reparação (+15.249), Serviços de Comércio e Administração de Imóveis (+12.424) e Serviços de Transportes e Comunicação (+12.381 postos), bem como Ensino (+10.056).

A Construção Civil, por sua vez, teve o quarto melhor resultado para o mês de abril na série da pesquisa e o segundo melhor desempenho de 2009, gerando 13.338 postos (+0,68%).

Na outra ponta, os setores da Indústria de Transformação, com 35.775 empregos perdidos, concentrados em dez de seus 12 ramos de atuação, e do Comércio, com 9.697 demissões, são os destaques negativos.

Análise regional
Ainda segundo os dados do Caged, pela segunda vez no ano, São Paulo (+72.022 postos) e Minas Gerais (+15.602) voltaram a apresentar resultados positivos na criação de vagas formais.

No conjunto das nove áreas metropolitanas, o nível de emprego apresentou variação positiva de 0,15% no mês passado, com a geração de 20.008 postos de trabalho.

A região Nordeste apresentou variação negativa na taxa de empregabilidade, registrando 24.622 vagas a menos no mês passado. Por outro lado, a região Sudeste foi a que apresentou o maior crescimento, com 99.065 novos postos de trabalho.

Expectativas: 1 milhão de empregos até o fim do ano
"O principal sintoma da recuperação da economia é a empregabilidade", afirmou o ministro do Trabalho, Carlos Lupi. "Onde tem crescimento, tem geração de emprego".

Lupi espera que este ano será melhor que o ano passado. "Ano passado tivemos um início forte e depois a queda por conta da crise. Esse ano tivemos um começo ainda impactado pela turbulência financeira internacional, mas já verificamos a recuperação".

O ministro se mostrou novamente otimista com relação aos resultados do final do ano. "Ouso prever que teremos uma geração de 1 milhão de postos até o final do ano. E crescimento da economia de mais de 2%".

Fonte:

InfoMoney

19-05-2009 | 08:34

Brasília - Analistas de mercado reduziram a projeção para a taxa básica de juros, a Selic, ao final de 2009 de 9,25% para 9% ao ano. A informação consta do boletim Focus, publicação semanal elaborada pelo Banco Central com base em estimativas de analistas de mercado para os principais indicadores da economia.

Para a próxima reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central, marcada para os dias 9 e 10 de junho, os analistas esperam que a Selic seja reduzida dos atuais 10,25% para 9,5% (queda de 0,75 ponto percentual), projeção mantida há três semanas. Com isso, o BC diminuiria o ritmo de corte da Selic, que foi de um ponto percentual em janeiro, em março e em abril.

A Selic é um instrumento usado pelo Banco Central para controlar a inflação. Quando a inflação está em queda, o BC reduz os juros básicos e aumenta quando ocorre o contrário. Segundo os analistas consultados, a projeção para a inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) passou de 4,36% para 4,33% neste ano e para 2010 caiu de 4,30% para 4,33%.

 

A meta de inflação estabelecida pelo governo com base no IPCA para este ano e o próximo é 4,5%, com margem de tolerância de dois pontos percentuais para mais ou para menos, ou seja, o limite inferior é de 2,5% e o superior é de 6,5%.

Repórter Kelly Oliveira

 

Agência Brasil

Fonte:

19-05-2009 | 08:32

 

Aprovado por unanimidade no dia 29 de abril na Comissão de Seguridade Social e Família, o PL 4.434/08, no Senado PLS 58/03, do senador Paulo Paim (PT/RS), já está na Comissão de Finanças e Tributação sob a relatoria do deputado Antonio Palocci (PT/SP).

 

O projeto de lei reajusta os benefícios - aposentadorias e pensões - do Regime Geral de Previdência Social, nos mesmos níveis da política de recuperação e atualização do salário mínimo.

 

Tramitação
A partir de segunda-feira (18) abre-se prazo de cinco sessões ordinárias do plenário da Câmara para apresentação de emendas ao projeto.

 

Antes de ir a plenário, a matéria terá ainda de ser examinada pela Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania. Se houver mudanças de mérito, o texto retornará à Casa de origem.

 

Breve histórico
O projeto foi aprovado em decisão terminativa na Comissão de Assuntos Sociais (CAS) do Senado, no dia 12 de novembro de 2008, como não houve recurso contra a decisão da Comissão, a matéria foi remetida à Câmara.

Fonte: Diap

 

18-05-2009 | 08:44

 

Ao autorizar a concessão de duas TVs e duas rádios educativas a uma fundação ligada ao Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, o presidente Lula abriu caminho para que outros sindicatos e centrais sindicais reivindiquem igual tratamento.

 

"É uma felicidade incomensurável. Lula demonstrou mais uma vez que é o nosso paizão. Daqui a pouco, todo o movimento sindical vai ter sua emissora de televisão", disse o vice-presidente da Central Geral dos Trabalhadores do Brasil, Ubiraci dantas de Oliveira.

 

O deputado Paulo Pereira da Silva (PDT/SP), presidente da Força Sindical, diz que a entidade nunca pleiteou TVs ou rádios, mas que agora pensa no assunto. "O mundo sindical nunca teve seus meios. Vamos analisar os Estados e ver onde podemos pleitear".

 

A Folha revelou ontem que a Fundação Sociedade Comunicação, Cultura e Trabalho, que tem o Sindicato dos Metalúrgicos do ABC como principal mantenedor, obteve do Governo concessões de TV educativa em Mogi das Cruzes e São Caetano do Sul e autorização para explorar rádios educativas em São Vicente e Mogi das Cruzes.

 

Segundo o deputado Márcio França (PSB/SP), que foi o relator do projeto de concessão da rádio de São Vicente, na Câmara se sabe que as emissoras são vistas como concessões para a CUT (Central Única dos Trabalhadores). Sendo assim, ele diz ser natural que agora outras centrais reivindiquem o mesmo tratamento.

 

O presidente da Nova Central, José Calixto Ramos, disse que a iniciativa abre margem para outras entidades sindicais, "mas é algo que deve ser avaliado com muito critério, pois manter uma TV exige estrutura quase empresarial".

 

Atenágoras Lopes, da Conlutas (ligada ao PSTU), vê "um aspecto de democratização". "Mas o Governo poderia ter feito muito mais. Persegue-se, por exemplo, rádios comunitárias".

 

Sérgio Nobre, presidente do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, disse nesta quinta-feira (14), que estudos técnicos estão em andamento para a implementação dos canais. "É uma proposta de longo prazo, 30, 40 anos. As grandes redes de TV também nasceram pequenininhas".

Fonte:

Folha de S.Paulo

18-05-2009 | 08:40