General Motors vai contratar 50 novos funcionários para sua fábrica em São Caetano do Sul, no ABC paulista.

O anúncio foi feito na segunda-feira (13), após reunião com o sindicato dos metalúrgicos da cidade, que reclamava de sobrecarga de trabalho na linha de montagem.

Amanhã, o presidente da GM do Brasil e Mercosul, Jaime Ardila, vai anunciar investimento estimado em R$ 2 bilhões para desenvolver e lançar dois modelos que serão fabricados em Gravataí (RS), a partir de 2012, e ampliar a capacidade produtiva da unidade gaúcha.

O anúncio do projeto será feito, em Brasília, ao presidente Lula.

Na última quarta-feira (8), o sindicato chegou a organizar protesto no ABC para pressionar a GM a contratar pelos menos 200 empregados.

A produção na fábrica parou por duas horas, e cerca de cem automóveis deixaram de ser produzidos.

"Eles perceberam que estávamos dispostos a ir até as últimas consequências para conseguir as contratações", disse o vice-presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de São Caetano do Sul, Francisco Rodrigues.

"Não chegou a 200 (novas contratações) como estávamos pedindo, mas o número é suficiente".

As contratações foram pedidas no começo de junho, mas a GM teria condicionado a medida à prorrogação da redução do IPI - responsável pela explosão de vendas de carros no país este ano.

As contratações serão por tempo indeterminado, e terão preferência na seleção os 1.633 metalúrgicos dispensados nos últimos meses após o fim de seus contratos temporários. (Fonte: O Globo)

15-07-2009 | 09:57

A idéia de passar a concessão dos aeroportos Galeão, no Rio de Janeiro, e o de Campinas, em

São Paulo, para a iniciativa privada não agradou nem um pouco os trabalhadores da Infraero.

A proposta já foi defendida algumas vezes pela Anac (Agência Nacional de Aviação Civil) e pelo ministro da defesa, Nelson Jobim, mas sofre a repressão da categoria e dos movimentos sociais.

Na última quinta-feira (9), cerca de 1,2 mil pessoas vindas de vários estados do Brasil realizaram ato no aeroporto de Brasília para defender a soberania nacional e a Infraero.

Apitos, cartazes, panfletagem e falações em carro de som compuserem o ato que teve início das 7 horas e as 20 horas.

Também participaram alguns parlamentares que fazem parte da frente parlamentar em defesa da Infraero, criada em junho e que conta com quase 90 integrantes.

O funcionário da Infraero Júlio César dos Santos, do Rio de Janeiro, viajou durante 20 horas em um ônibus para compor o ato.

Para ele, com a privatização dos aeroportos, perdem o usuário e o trabalhador.

A única que sai ganhando é a empresa que recebe a concessão. "Eles querem apanhar a melhor parte, mas, depois, quem vai sustentar os aeroportos deficitários?", questionou.

Hoje, a Infraero é responsável por 67 dos 2,5 mil aeroportos do Brasil.

Dos aeroportos de concessão da empresa, apenas 12 são superavitários. Os aeroportos de Campinas e o Galeão correspondem a mais de 30% da receita da Infraero.

Para o Sina (Sindicato Nacional dos Aeroportuários), a perda da concessão desses aeroportos reflete imediatamente na precarização dos aeroportos que geram pouca renda e, principalmente, na precarização dos trabalhadores do setor.

"A gente sabe que quando há crise os primeiros atingidos são os trabalhadores, que perdem com a redução de salário, redução de direitos que, inclusive, já estão bem precários", alertou o diretor do Sindicato, Francisco Barros. (Fonte: Portal do Mundo do Trabalho)

15-07-2009 | 09:56

Em maio, o volume de vendas do comércio varejista brasileiro cresceu 4%, na comparação com o mesmo mês do ano passado. A receita nominal obteve alta de 8,9% no mesmo período.

Os dados, divulgados nesta terça-feira (14), fazem parte da "Pesquisa Mensal do Comércio", realizada pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

Sobre abril, tanto o volume de vendas como a receita nominal cresceram 0,8%, depois de dois meses de queda. No acumulado dos últimos 12 meses, o volume de vendas aumentou 6,5% e a receita, 12,7%.

Desempenho por setor
No quinto mês do ano, frente ao mesmo mês do ano passado, o volume de vendas cresceu em seis das oito atividades pesquisadas.

Outros artigos de uso pessoal e doméstico e Artigos farmacêuticos puxaram o índice para cima, registrando altas de 11% e 10%, respectivamente.

Já Móveis e Eletrodoméstivos e Tecidos, vestuário e calçados registraram as únicas quedas do setor, de 6,3% e 2,3%, respectivamente. Veja, abaixo, o desempenho das principais atividades em maio:

Combustíveis e lubrificantes: volume de venda (5,2%) e receita nominal (4,7%)

Hiper e supermercados, prod. alimentícios e bebidas: 6,7%; 12,3%

Tecidos, vestuário e calçados: -2,3%; 5,2%

Móveis e eletrodomésticos: -6,3%; -6,5%

Artigos farmacêuticos, medicinais e perfumaria: 10%; 17,5%

Equip. e material para escritório e informática: 5,2%; -0,3%

Livros, jornais, revistas e papelaria: 6,9%; 11,2%

Outros artigos de uso pessoal e doméstico: 11%; 20,6%

Comércio varejista: 4,0%; 8,9%

Desempenho regional e comércio ampliado
Na análise regional, a pesquisa do IBGE mostra que cinco estados apresentaram variação negativa nos resultados de volume de vendas em maio deste ano, frente a maio do ano passado: Espírito Santo (-6,4%), Distrito Federal (-2,3%), Acre (-1,4%), Mato Grosso (-0,5%) e Amapá (-0,3%).

Os maiores acréscimos do ano ocorreram em Sergipe (12,7%), Piauí (1,9%), Ceará (10,8%) e Roraima (7,9%).

Por fim, o indicador do comércio varejista ampliado - que inclui os segmentos de Material de Construção e o de Veículos, Motos, Partes e Peças - registrou variação de 3,3% no volume de vendas e 4,9% na receita nominal, no quinto mês deste ano, frente ao mesmo mês do ano passado. (Fonte: InfoMoney)

15-07-2009 | 09:55

O ministro da Fazenda, Guido Mantega, e o presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, anunciaram dados confortáveis sobre o desempenho da economia brasileira para 2010, durante as exposições que fizeram na reunião ministerial na Granja do Torto, coordenada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

De acordo com o ministro de Relações Institucionais, José Múcio Monteiro, as previsões de crescimento da economia brasileira para 2010, com base em dados mais pessimistas, indicam um crescimento entre 2,5% e 3,5%.

Segundo Múcio, os ministros também falaram sobre a expectativa de crescimento para 2009, que devem ficar acima da média mundial. "Isso é uma coisa que nos conforta", disse.

"E mostra que estamos enfrentando a crise com previsão de terminar este ano com saldo positivo, com previsão de geração de novos postos de trabalho, com a economia voltando a dar sinais de reaquecimento e a indústria voltando a contratar e com novas empresas surgindo".

Ainda de acordo com Múcio, o ministro da Agricultura, Reinhold Stephanes, fez um balanço do crescimento das exportações do setor.

Stephanes disse que alguns mercados, como o asiático, voltaram a ser grandes compradores dos produtos agrícolas brasileiros.

Crédito
Mantega afirmou que as políticas anticíclicas adotadas pelo Brasil têm dado bons resultados e reafirmou que o país crescerá ao redor de 1% neste ano. Segundo ele, o Brasil não poderá, por algum tempo, contar com a recuperação das economias avançadas.

"A avaliação que nós fazemos é que as políticas anticrise, as políticas anticíclicas têm dado bom resultado no país, até de maneira superior a outros países emergentes", disse Mantega, após a segunda reunião ministerial do ano.

Segundo Mantega, o Brasil terá um desempenho fiscal em 2009 superior a todos os países do G20, com um déficit nominal em torno de 2% do Produto Interno Bruto (PIB).

"É um desempenho muito satisfatório (frente ao) tamanho da crise que estamos", comentou.
O ministro afirmou também que as operações de crédito realizadas pelos bancos públicos desde setembro do ano passado até abril deste ano cresceram 19,5%.

O mesmo tipo de operação realizada pelos bancos privados teve aumento de 2,5% no mesmo período.

Mantega fez uma explanação sobre as medidas tomadas pela Fazenda no combate à crise financeira.

Em sua apresentação, o ministro disse que a tormenta já está menos grave, mas que ainda não acabou.

Selic
O ministro afirmou que o quadro de recessão pode durar anos nas economias avançadas.

Além do incentivo à concessão de crédito via bancos públicos, Mantega afirmou que a redução da taxa básica de juros, a Selic, a redução da reserva compulsória dos bancos e as desonerações de impostos concedidas ajudam o Brasil a passar pela crise sentindo efeitos mais brandos.

A demanda do consumidor por crédito em junho cresceu pelo quarto mês consecutivo no Brasil, refletindo a melhora nos prazos e custos dos financiamentos para as pessoas físicas, de acordo com pesquisa divulgada pela Serasa Experian, empresa especializada em análise de crédito.

A baixa renda foi o segmento em que a procura por recursos a prazo mais aumentou no período, na comparação com o mês de maio.

O Indicador Serasa Experian da Demanda do Consumidor por Crédito subiu 4,0% em junho, em relação a maio.

Na comparação com maio de 2008, no entanto, houve uma queda de 1,2%.

No primeiro semestre de 2009, o indicador recuou 6,8% em relação ao mesmo período do ano passado.

15-07-2009 | 09:55

Como parte das ações que visam avançar no entendimento acerca dos impactos da crise internacional no Brasil e, sobretudo, subsidiar o movimento sindical brasileiro em seus processos de negociação coletiva, o Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos) apresenta nesta Nota Técnica uma síntese dos reajustes salariais negociados em 2009.

No transcorrer dos cinco primeiros meses do ano, o SAS-Dieese (Sistema de Acompanhamento de Salários) analisou o resultado das negociações salariais de 100 categorias de todo o Brasil.

Uma mudança importante em relação à metodologia de pesquisa merece ser destacada: com o intuito de construir um diagnóstico mais preciso dos impactos da crise na negociação dos reajustes salariais, a opção foi acompanhar em 2009 as mesmas unidades de negociação analisadas em 2008 e, ao longo da análise, considerar somente as negociações com informação de reajustes salariais nos dois anos.

Neste estudo serão considerados, portanto, os reajustes salariais de 2008 e 2009 das mesmas 100 unidades de negociação.

A análise dos reajustes de 2009 revela ligeira melhora diante do ano anterior: se em 2008, 89% das negociações consideradas asseguraram pelo menos a recomposição das perdas ocorridas durante a data-base, em 2009, esse percentual subiu para 96% das negociações.

Por conseguinte, o percentual de negociações com reajustes inferiores ao INPC-IBGE2 passou de 11%, em 2008, para 4%, em 2009.

No entanto, o percentual de negociações que garantiu reajuste acima do índice de preços permaneceu quase inalterado: 77%, em 2008, e 78%, em 2009. (Fonte: Dieese)

15-07-2009 | 09:54

Principal entidade sindical do País, a Central Única dos Trabalhadores (CUT) pediu ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva a retirada, do Congresso Nacional, do projeto que cria as fundações estatais, e que poderiam servir para modernizar a gestão de dois mil dos cinco mil hospitais vinculados ao SUS.

A CUT é contra a proposta, sob a alegação de que o modelo é neoliberal, privilegia a lógica comercial e busca o lucro.

Segundo o presidente da CUT, Artur Henrique, a fundação estatal é "totalmente repelida" pelo movimento sindical e pelos setores da saúde.

Os sindicalistas são contra porque a fundação estatal dá liberdade aos gestores para contratar funcionários pelo regime da CLT, cobrar melhor desempenho e demitir o empregado por mau desempenho:

"Sabemos que onde o modelo existe há inúmeros problemas para a população em geral".

Não se trata de um assunto corporativo, ao contrário da mistificação ensaiada pelo ministro, José Temporão.

A proposta, que está parada no Congresso, enfrenta resistência de políticos de vários partidos da base do Governo, inclusive do PT.

Na semana passada, dois assessores do ministro da Saúde, José Gomes Temporão, anunciaram no Conselho Nacional de Saúde (CNS) a desistência de se brigar pela proposta.

No dia seguinte, Temporão se disse surpreso e afirmou que continuará a batalha pela aprovação da fundação.

O CNS estabeleceu o prazo de até setembro para o governo retirar o projeto do Congresso.

Caso contrário, entrará com uma representação no Ministério Público contra o ministro. Temporão reagiu a essa ameaça.

"Seria uma situação estapafúrdia retirar o projeto. É inusitado que um órgão de fiscalização e controle exija isso do Governo. O projeto não será retirado", disse Temporão.

Em carta recente enviada a Lula, a CUT negou se tratar de um embate ideológico e classificou o projeto como uma bomba relógio, que pode trazer consequências perigosas para o SUS. (Fonte: O Globo)

15-07-2009 | 09:54

A economia brasileira vai encolher este ano por causa dos efeitos da crise financeira global, segundo avaliação da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE, grupo do qual o Brasil não faz parte).

Em relatório divulgado hoje sobre a maior economia da América Latina, os técnicos da entidade estimam uma queda de 0,8% do Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil em 2009.

"A forte desaceleração na atividade, gerada pelos desdobramentos da crise global, provocará efeitos sobre o crescimento em 2009 e 2010", escreveram os técnicos da OCDE em documento de 135 páginas, que avalia a situação da economia brasileira.

"O PIB deve encolher em 2009, embora a demanda doméstica deva recuperar parte do dinamismo na segunda metade do ano e ao longo de 2010".

Essa recuperação da demanda, puxada basicamente pelas políticas adotadas pelo governo brasileiro para ajudar a economia a evitar uma retração ainda maior, deve permitir que a taxa de crescimento em 2010 atinja 4%, estima a OCDE.

Melhorar condições de crédito
Para a entidade, o consumo privado deve ganhar impulso por conta da melhora nas condições de crédito.

De acordo com a OCDE, o Banco Central (BC) ainda pode promover novos cortes da taxa básica de juros (Selic) no País, que atingiu no mês passado 9,25% ao ano.

Futuros cortes na taxa, entretanto, "dependem da força do processo de recuperação da economia e da evolução das expectativas de inflação nos próximos meses", afirmaram os técnicos da entidade, que congrega 30 países.

No documento, a entidade defende que o BC amplie o processo de redução dos recolhimentos compulsórios, mecanismo que obriga bancos a deixarem no BC parte dos depósitos em conta corrente, o que reduz o volume de dinheiro à disposição das instituições.

Em termos fiscais, a OCDE estima que o superávit primário (economia do governo brasileiro para o pagamento dos juros da dívida externa) vai atingir o equivalente a 2,3% do PIB em 2009, abaixo da meta fixada pelo Governo em 2,5% do PIB.

Para 2010, a estimativa está em linha com a meta traçada pelo governo, de 3,3%.

O Brasil também deve fechar o ano, segundo a OCDE, com um déficit em transações correntes de US$ 18 bilhões, o equivalente a 1,3% do PIB. Para 2010, a OCDE prevê um déficit de US$ 22 bilhões, ou 1,4% do PIB.

Inflação
A organização sugere ainda que o governo do Brasil reduza a meta de inflação a partir de 2011.

Os técnicos defendem que as autoridades monetárias do Brasil deveriam considerar a possibilidade de perseguir uma meta de inflação mais baixa a partir de 2011, possivelmente com uma redução da margem de variação.

O relatório, entretanto, não especifica um porcentual para a meta e nem para a margem. Em junho deste ano, o Conselho Monetário Nacional (CMN) confirmou a meta de inflação para 2010 em 4,5% e estabeleceu a meta de 2011 também em 4,5%.

Em ambos os casos, a margem de variação será de dois pontos porcentuais para cima e para baixo da meta. (Fonte: Agência Estado)

15-07-2009 | 09:53

A partir de hoje (14), uma comissão de representantes nacionais e estaduais do MAB (Movimento dos Atingidos por Barragens) realizam uma rodada de reuniões e audiências com vários ministérios e secretarias do Governo Federal.

O objetivo é buscar soluções para os inúmeros problemas sociais e ambientais causados pelas construções de barragens em todo País.

Segundo dados da Comissão Mundial de Barragens (2002), no Brasil existem 1 milhão de atingidos por barragens.

Destes, 70% não receberam indenizações adequadas.

A situação tende a agravar-se com a construção de novos mega empreendimentos como o Complexo Madeira, em Rondônia.

Um dos piores casos de violação dos direitos dos atingidos constatados pelo MAB é o da barragem de Acauã, na Paraíba.

Em 2007, a região recebeu uma visita da Comissão Especial do Conselho Nacional de Defesa dos Direitos da Pessoa Humana (CNDDPH), criada para acompanhar denúncias de violações de direitos humanos decorrentes da implementação de barragens no País.

O relatório divulgado pela comissão confirmou as acusações feitas pelo movimento. Leia um trecho:

"Além de não haver água tratada, esgoto, saúde, educação, lazer, moradia, segurança e acesso ao trabalho, as comunidades não têm ruas asfaltadas (ou com paralelepípedos, ou pedras outras), calçadas, e nem dispõe de praças públicas.

Não existem serviços públicos regularmente estruturados, comércio local, farmácias, linhas de transporte coletivo, matadouros, hortas comunitárias, cemitérios e áreas de lazer (centros comunitários, campo de futebol, etc.).

Muito menos órgãos administrativos ou representação estatal estabelecidos nesses locais".

Segundo Josivaldo Alves, da coordenação do MAB, a política que o setor elétrico vem adotando nos últimos anos no tratamento das populações atingidas é desagregadora e ocasiona a destruição de comunidades, provocando uma mudança na história de vida das famílias, cultivada durante várias gerações.

"O exemplo de Acauã é só uma amostra do que acontece em todas as regiões onde é instalada uma hidrelétrica. O setor elétrico brasileiro tem se tornado uma verdadeira fábrica de sem-terras, expulsando as famílias de seus lares, de forma fria e bastante violenta", afirmou Josivaldo.

Um dos itens da pauta de reivindicação que os atingidos por barragens apresentarão para o governo é a suspensão das obras e dos projetos de privatização da energia, como as usinas do Rio Madeira, de Monjolinho e Belo Monte; e a instalação de placas solares e outros programas de incentivo à produção alternativa de energia elétrica.

Além disso, os atingidos pedem que sejam garantidos os direitos à água, terra, tarifa social, informação, educação e trabalho.

Os ministérios e secretarias que já confirmaram a reunião com os atingidos são: Ministério de Aqüicultura e Pesca (dia 14), Ministério do Desenvolvimento Social e Combate a Fome (dia 16), Incra - Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (dia 15), Secretaria Especial das Mulheres (dia 16), Ministério da Cultura (dia 16), Ministério do Meio Ambiente e secretarias adjuntas (dia 17/07) e Ministério da Saúde (16).

Ainda estão para confirmar o Ministério de Minas e Energia, a Eletrobrás e a secretaria-geral da presidência.

15-07-2009 | 09:52

 

A direção da Nova Central Sindical de Trabalhadores – NCST, através de seu presidente Luiz Gonçalves, manifesta seu total apoio ao Sindicato dos Motoristas e Trabalhadores do Transporte Rodoviário Urbano de São Paulo, devido ao ataque sofrido ontem (13/07/2009) pelo Ministério Público do Estado de São Paulo e por parte da imprensa, que de forma precipitada divulgaram matérias sem se aterem que poder público e a imprensa devem sim, informar e noticiar fatos, mas, contudo, com o mínimo de investigação.

Nossa indignação prende-se ao fato do Sindicato dos Motoristas de São Paulo, filiado a NCST, que representa 36 mil trabalhadores, com 26 mil sindicalizados, um dos maiores índices de associação sindical do país, há muitos anos vem denunciando irregularidades praticadas por empresas e até pelos nossos governantes, relativas aos nossos direitos elementares quanto às condições de trabalho. Por várias vezes já apelamos ao Poder Executivo, Legislativo e Judiciário e até a própria imprensa, mas sem qualquer retorno ou com grande morosidade na divulgação de fatos contra os trabalhadores e não com a mesma agilidade como aconteceu no dia de ontem com a denúncia.

No nosso entender, essas ações fazem parte de um movimento antissindical contra as organizações de trabalhadores, como a recente Ação de Inconstitucionalidade impetrada pelo Partido dos Democratas contra o reconhecimento das centrais sindicais, e ao legítimo direito de sua sustentação financeira, com o apoio de grande parte da imprensa, que ao mesmo tempo não é contra ao repasse para o Sistema “S” ou das verbas partidárias. Ainda, as ações que o Ministério Público vem realizando contra as entidades sindicais, interferindo de forma direta contra o Artigo 8º da Constituição Federal de 1988, que determina a “Liberdade e Autonomia Sindical”.

Pelo exposto, a Nova Central Sindical conclama as centrais, confederações, federações, sindicatos, a hipotecarem apoio ao Sindicato dos Motoristas de São Paulo, contras as denúncias veiculadas, inclusive no informativo do Ministério Público Estadual, de repasses de verba pública para pagamento de convênios médicos, ou de contratos entre o sindicato e empresas de assistência médico hospitalar, que não passam de armações neoliberais, que para tanto estamos anexando a NOTA Á IMPRENSA, encaminhada pelo Sindicato.

LUIZ GONÇALVES
Presidente da NCST/SP

 

 

             Sindicato dos Motoristas e Trabalhadores em Transporte

          Rodoviário Urbano de São Paulo

 

             Rua Pirapitingui, n. º 75 - Liberdade - São Paulo - SP. - Cep: 01508-903

             Telefone: (0xx11) 3274-5333 ramal 245/249 – Telefax: (0xx11) 3208-5342

         E-mail: [email protected]

 

 

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Nota à Imprensa

 

A Diretoria do Sindicato dos Motoristas de São Paulo esclarece ao público em geral, sobre o episódio ocorrido na manhã desta segunda-feira (13), referente a uma ação investigativa do Ministério Público e a Policia Civil de SP que estiveram na entidade para cumprir um mandato de busca e apreensão.

 

Os fatos:

 

1º O Sindicato se colocou inteiramente a disposição das autoridades para facilitar o processo de investigação;

 

2º Todos os documentos solicitados, tais como: Contratos de prestação de serviço e equipamentos eletrônicos, no caso 5 HD foram fornecidos.

 

3º Na Convenção Coletiva 2009/2010 assinada no dia 25/05/2009 entre o Sindicato dos Motoristas/SP e o Sindicato das Empresas de Transporte Coletivo Urbano de Passageiros de São Paulo (SP-URBANUSS), na clausula 49ª diz que: Será fornecido o benefício de Convênio Médico a todos os trabalhadores, que deverá ser centralizado pelo SP-URBANUSS, objetivando a unificação do padrão de qualidade, devendo as empresas subsidiar o plano individual básico para cada empregado, até o limite de R$ 50,00 (cinqüenta reais);

 

4º Atualmente o Sindicato representa 36 (trinta e seis) mil trabalhadores, sendo que, deste total, 26 (vinte seis) mil são associados, e não 5 (cinco) mil conforme anunciado;

 

5º Desde a conquista do benefício na Campanha Salarial de 2002, referente o plano de saúde, a PMSP jamais repassou qualquer subsidio a nossa Entidade, no qual, os contratos de assistência médica, são firmados entre: Empresas de Ônibus Urbanos de SP e as Empresas de Plano de Saúde.

 

6º Cabe a nossa entidade, fiscalizar o cumprimento da Convenção Coletiva, e em relação ao Convênio Médico o seu devido atendimento;

 

7º As planilhas de custo do Sistema de Transporte de São Paulo são divulgadas mensalmente através do Diário Oficial do Município e fiscalizadas pela Câmara Municipal de São Paulo.

 

A Entidade se coloca inteiramente à disposição para quaisquer esclarecimentos.

 

 

Isao Hosogi (Jorginho)

Presidente

 

 

 

Informações:

 

Nailton F. Souza

11-7819-2652

 

 

Shirlei Lima (Assessoria de Imprensa)

Departamento de Comunicação

Telefone: 11- 3274-5333 ramais 240/249

Telefax: 11-3208-5342

 

 

15-07-2009 | 09:39

A direção da Nova Central Sindical de Trabalhadores – NCST, através de seu presidente no estado de São Paulo Luiz Gonçalves, manifesta seu total apoio ao Sindicato dos Motoristas e Trabalhadores do Transporte Rodoviário Urbano-SP, sofrido por uma campanha de desmoralização ao movimento sindical na segunda feira (13/07/2009) por parte do Ministério Público do Estado de São Paulo e pela imprensa, que de forma precipitada divulgaram matérias sem se aterem que poder público e a imprensa devem sim, informar e noticiar fatos, mas, contudo, com o mínimo de investigação. 

Nossa indignação prende-se ao fato do Sindicato dos Motoristas de São Paulo, filiado a NCST, que representa 36 mil trabalhadores, com 26 mil sindicalizados, um dos maiores índices de associação sindical do país, há muitos anos vem denunciando irregularidades praticadas por empresas e até pelos nossos governantes, relativas aos nossos direitos elementares quanto às condições de trabalho. Por várias vezes já apelamos ao Poder Executivo, Legislativo e Judiciário e até a própria imprensa, mas sem qualquer retorno ou com grande morosidade na divulgação de fatos contra os trabalhadores e não com a mesma agilidade como aconteceu no dia de ontem com a denúncia.

No nosso entender, essas ações fazem parte de um movimento antissindical contra as organizações de trabalhadores, como a recente Ação de Inconstitucionalidade impetrada pelo Partido dos Democratas contra o reconhecimento das centrais sindicais, e ao legítimo direito de sua sustentação financeira, com o apoio de grande parte da imprensa, que ao mesmo tempo não é contra ao repasse para o Sistema “S” ou das verbas partidárias. Ainda, as ações que o Ministério Público vem realizando contra as entidades sindicais, interferindo de forma direta contra o Artigo 8º da Constituição Federal de 1988, que determina a “Liberdade e Autonomia Sindical”.

Pelo exposto, a Nova Central Sindical conclama as centrais, confederações, federações, sindicatos, a hipotecarem apoio ao Sindicato dos Motoristas de São Paulo, contras as denúncias veiculadas, inclusive no informativo do Ministério Público Estadual, de repasses de verba pública para pagamento de convênios médicos, ou de contratos entre o sindicato e empresas de assistência médico hospitalar, que não passam de armações neoliberais, que para tanto estamos anexando a NOTA Á IMPRENSA, encaminhada pelo Sindicato.

LUIZ GONÇALVES
Presidente da NCST/SP

 

 

             Sindicato dos Motoristas e Trabalhadores em Transporte

          Rodoviário Urbano de São Paulo

 

             Rua Pirapitingui, n. º 75 - Liberdade - São Paulo - SP. - Cep: 01508-903

             Telefone: (0xx11) 3274-5333 ramal 245/249 – Telefax: (0xx11) 3208-5342

         E-mail: [email protected]

 

 

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Nota à Imprensa

 

A Diretoria do Sindicato dos Motoristas de São Paulo esclarece ao público em geral, sobre o episódio ocorrido na manhã desta segunda-feira (13), referente a uma ação investigativa do Ministério Público e a Policia Civil de SP que estiveram na entidade para cumprir um mandato de busca e apreensão.

 

Os fatos:

 

1º O Sindicato se colocou inteiramente a disposição das autoridades para facilitar o processo de investigação;

 

2º Todos os documentos solicitados, tais como: Contratos de prestação de serviço e equipamentos eletrônicos, no caso 5 HD foram fornecidos.

 

3º Na Convenção Coletiva 2009/2010 assinada no dia 25/05/2009 entre o Sindicato dos Motoristas/SP e o Sindicato das Empresas de Transporte Coletivo Urbano de Passageiros de São Paulo (SP-URBANUSS), na clausula 49ª diz que: Será fornecido o benefício de Convênio Médico a todos os trabalhadores, que deverá ser centralizado pelo SP-URBANUSS, objetivando a unificação do padrão de qualidade, devendo as empresas subsidiar o plano individual básico para cada empregado, até o limite de R$ 50,00 (cinqüenta reais);

 

4º Atualmente o Sindicato representa 36 (trinta e seis) mil trabalhadores, sendo que, deste total, 26 (vinte seis) mil são associados, e não 5 (cinco) mil conforme anunciado;

 

5º Desde a conquista do benefício na Campanha Salarial de 2002, referente o plano de saúde, a PMSP jamais repassou qualquer subsidio a nossa Entidade, no qual, os contratos de assistência médica, são firmados entre: Empresas de Ônibus Urbanos de SP e as Empresas de Plano de Saúde.

 

6º Cabe a nossa entidade, fiscalizar o cumprimento da Convenção Coletiva, e em relação ao Convênio Médico o seu devido atendimento;

 

7º As planilhas de custo do Sistema de Transporte de São Paulo são divulgadas mensalmente através do Diário Oficial do Município e fiscalizadas pela Câmara Municipal de São Paulo.

 

A Entidade se coloca inteiramente à disposição para quaisquer esclarecimentos.

 

 

Isao Hosogi (Jorginho)

Presidente

 

 

 

Informações:

 

Nailton F. Souza

11-7819-2652

 

 

Shirlei Lima (Assessoria de Imprensa)

Departamento de Comunicação

Telefone: 11- 3274-5333 ramais 240/249

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15-07-2009 | 09:39