Jamil Chade
O Estado de S. Paulo

Para o criador do banco de microcrédito Grameen Bank, os banqueiros continuarão ricos após a atual crise do sistema

Os bancos podem quebrar, mas a crise não deixará nenhum banqueiro na miséria. Quem afirma isso é o Prêmio Nobel da Paz de 2006, Muhammad Yunnus, economista, banqueiro e criador de um esquema de microcréditos que transformou a vida de milhares de pessoas em seu país, Bangladesh. Nesta entrevista ao Estado, Yunnus deixa claro que, no fim de todo esse processo da crise financeira internacional, quem de fato sofrerá serão os mais pobres. “Quem tem vários milhões de dólares continuará com alguns milhões. Já os pobres, aqueles que tinham como pagar uma refeição inteira, em pouco tempo se darão conta de que poderão pagar apenas por metade. E são esses quem mais sofrerão”, afirmou Yunnus, chamado de “o banqueiro dos pobres”: ele foi o fundador do Grameen Bank e é hoje é uma das pessoas mais ricas de Bangladesh, uma nação pobre que faz fronteira com a Índia. Mas alerta que uma nova regulação do sistema financeiro precisa ser criada urgentemente. A seguir, os principais trechos da entrevista:

Como o sr. explica a crise que o mundo financeiro atravessa hoje?. Por que o setor não viu a turbulência chegando?

Todos sabiam que ela viria. Antes de mais nada, a crise mostra que há um grande vazio na estrutura dos sistema e na metodologia de trabalho das instituições financeiras. Precisamos arrumar esse vazio e garantir que esse colapso que estamos vendo hoje jamais se repita.

O que o sr. sugere aos governos neste momento?

Os responsáveis por essa crise precisam ser identificados. Mas os erros no sistema também precisam ser bem avaliados. O que se necessita agora é criar um sistema em que haja maior controle sobre o que está ocorrendo. Antes do colapso, poucos sabiam exatamente o que ocorria em termos de transação em um banco.

O que muda, então, no sistema?

Tudo. O que vivemos é um enorme choque para o mundo. É um impacto muito forte, como poucas vezes vimos antes. O mundo e o sistema financeiro simplesmente não podem continuar como estão e como vinham trabalhando. Essa é a grande lição que essa crise nos deixa. Não digo que não existia regulação nos mercados. Ela até existia, mas não era a correta.

Quem mais sofre hoje com a crise?

Certamente não serão os grandes banqueiros. No final das contas, quem perderá de verdade serão os mais pobres, e isso em todo o mundo. A crise que atravessamos hoje certamente vai provocar uma desaceleração na economia mundial nos próximos meses, e será difícil que a recuperação seja rápida. Quem tinha um bilhão continuará tendo um bilhão. Quem tem vários milhões, continuará com alguns milhões. Já os pobres, aqueles que tinham como pagar uma refeição inteira, em pouco tempo se darão conta de que poderão pagar apenas por metade. E são esses quem mais sofrerão com a crise.

Países como o Brasil serão afetados pela crise?

Certamente. Os bancos americanos, durante muitos anos, criaram tentáculos em todo o mundo. Agora, uma crise levará muita gente com eles. O Brasil certamente sofrerá, como todos os demais países emergentes.

02-10-2008 | 12:03

SHEILA D"AMORIM
Folha de S. Paulo

Liberação visa amenizar a falta de financiamento

Para tentar amenizar a escassez de linhas de financiamento externas para o setor agrícola, o governo decidiu antecipar a liberação de R$ 5 bilhões que o Banco do Brasil previa usar somente no Plano de Safra do ano que vem.
A medida emergencial, anunciada ontem pelo ministro Guido Mantega (Fazenda), é uma alternativa ao aumento, neste momento, na parcela dos depósitos à vista que os bancos captam dos clientes e são obrigados a direcionar para agricultura, a chamada "exigibilidade", para irrigar o setor.
O principal alvo da liberação do dinheiro são os grandes produtores de grãos, já que são eles os mais afetados pela falta de crédito no atual período de plantio. Para plantar, os agricultores contam basicamente com três fontes de recursos: capital próprio, dinheiro que o governo anuncia para os financiamentos dentro dos planos de safra e os empréstimos de tradings e de fornecedores. Estes últimos, por sua, vez costumam tomar dinheiro no exterior, seja com bancos ou mesmo suas matrizes.
Os financiamentos das tradings e de fornecedores respondem por cerca de 30% do dinheiro necessário para o plantio da safra, que custa R$ 120 bilhões, segundo o diretor de agronegócio do Banco do Brasil, José Carlos Vaz. "O capital próprio representa outros 30%, e o Plano de Safra, 40%."
Como a disponibilidade de crédito externo caiu, os produtores que usavam essas fontes de recursos aumentaram a demanda por empréstimos no BB. Para atender esses agricultores, o banco, no entanto, precisava aumentar os R$ 11 bilhões estimados em abril, quando fez sua previsão de financiamentos para esta safra.
No ano que vem, quando espera-se que a situação esteja mais calma, o governo decidirá como recompor os recursos para o plano de safra do BB. Uma alternativa para cobrir os R$ 5 bilhões antecipados neste ano é aumentar a parcela dos depósitos à vista direcionados para o crédito agrícola que atualmente está em 25%.
Mas isso implica redução da parte desses recursos que os bancos são obrigados a recolher ao BC, o chamado depósito compulsório. A redução do compulsório agora chegou a ser cogitada no governo, mas a antecipação dos R$ 5 bilhões foi avaliada como "saída melhor".
O volume de depósitos à vista (em conta corrente) também está em queda nos últimos meses, o que reduz a parcela que vai para agricultura. Esse é outro motivo que ajudou a pressionar o BB. Por isso, o governo quer esperar para avaliar melhor os desdobramentos do cenário internacional na movimentação de recursos na economia antes de mexer nos compulsórios, embora a redução tenha sido mencionada em reunião da coordenação política, ontem, como alternativa para elevar a oferta de crédito.

02-10-2008 | 11:48

CLAUDIA ROLLI
Folha de S. Paulo

O emprego temporário no comércio para atender a demanda de final de ano deve sofrer o impacto da crise no mercado financeiro internacional. Com isso, o número de vagas criadas, principalmente na cidade de São Paulo, deverá ser inferior ao registrado pelo setor no ano passado.
A avaliação é do Sindicato dos Comerciários de São Paulo e da Alshop (Associação Brasileira de Lojistas de Shoppings), que chegou a projetar no início de setembro, antes da crise, a criação de 112 mil vagas temporárias no país -quase 16% a mais do que os empregos temporários criados em 2007.
"Pode haver recrudescimento nesse número [de 112 mil]. Mas, como o governo federal tem tomado medidas no sentido de manter o consumo aquecido e os empregos em alta, isso também pode amenizar o impacto", afirma Luis Augusto Ildefonso da Silva, diretor de relações institucionais da Alshop, entidade que reúne lojistas instalados nos shoppings do país.
Os comerciários acreditam que o impacto no emprego deva ser maior na capital. No ano passado, foram contratados 20 mil temporários nos estabelecimentos comerciais da cidade de São Paulo. Para este ano, a projeção -antes da crise- era de 35 mil vagas temporárias.
"Por mais que possamos dizer que a economia brasileira tem barreiras e está protegida da crise que afeta os EUA, o fato é que há uma incerteza grande de como o Brasil irá reagir", afirma Ricardo Patah, presidente do sindicato e da União Geral dos Trabalhadores.
Para o sindicalista, esse não deverá mais ser o "Natal dos natais, como se esperava". "Algumas lojas e redes não confirmam oficialmente, mas já há indícios de que os empregos temporários neste ano serão bem menores", afirma Patah.
Na avaliação do Dieese, o impacto da crise no emprego, porém, pode ocorrer a partir do ano que vem. "A contratação temporária está muito vinculada ao comportamento do mercado interno e à renda disponível", diz Clemente Ganz Lúcio, diretor-técnico do Dieese.

02-10-2008 | 11:38

Renata Mariz
Correio Braziliense

Pesquisadores que receberão R$ 21 milhões para trabalhos de terapia celular serão conhecidos na próxima semana. Governo garante mais apoio
 
A primeira linhagem brasileira de células-tronco retiradas de embriões humanos, feito inédito obtido por um grupo de cientistas da Universidade de São Paulo (USP), trouxe novo fôlego para as pesquisas no país. Boas expectativas, agora, são o que não falta. Só em 2008, o governo federal vai investir R$ 21 milhões na área da terapia celular. O dinheiro será repassado por meio de dois editais, semelhantes ao que destinou R$ 250 mil, em 2005, para a equipe da USP. Uma das chamadas públicas já foi encerrada. Os projetos aprovados serão anunciados na próxima semana. O outro edital ainda está com inscrições abertas. A verba é dos ministérios da Saúde e da Ciência e Tecnologia.

O ministro da Saúde, José Gomes Temporão, comemorou ontem os resultados da equipe da USP, ressaltando o potencial do Brasil na área. “Temos todas as condições de competir com os países mais desenvolvidos do mundo no desenvolvimento de novas tecnologias para tratamento das doenças crônicas”, disse o ministro, que retorna hoje ao país, depois de cinco dias em Washington (EUA), onde foi eleito presidente do Conselho Diretor da Organização Panamericana de Saúde (OPAS).

Uma Rede Nacional de Terapia Celular, que funcionará de forma virtual, sem espaço físico, é o principal projeto do governo federal para a área da genética. Haverá uma comissão formada por representantes dos ministérios da Ciência e Tecnologia e da Saúde, dos financiadores e da comunidade científica para coordenar os trabalhos. Para Lygia da Veiga Pereira, a idéia da rede é interessante, pois facilitará a troca de informações entre os pesquisadores.

Dentro do projeto da rede, haverá a construção de seis laboratórios chamados de salas limpas, devido ao rigoroso controle de contaminação. As salas serão construídas em cidades onde há grupos que já trabalham com pesquisas na área de terapia celular, tais como São Paulo e Rio de Janeiro. Os primeiros aportes, de acordo com o secretário de Ciência e Tecnologia do Ministério da Saúde, Reinaldo Guimarães, serão feitos ainda este ano, para iniciar a construção dos laboratórios. Mas eles só devem ficar prontos para serem utilizados no fim do ano que vem.

Esperança
Os grupos da sociedade civil que podem se beneficiar das pesquisas acompanham atentamente as descobertas. E muitas vezes sabem dos avanços antes mesmo de eles se tornarem públicos. A notícia da primeira linhagem brasileira foi comemorada. “É o reconhecimento de que a decisão do Supremo Tribunal Federal, ao liberar as pesquisas, foi acertada. Ficamos entusiasmados, mesmo sabendo que é apenas um primeiro passo. Pois sabemos das dificuldades, inclusive burocráticas, para se fazer pesquisa aqui”, destaca Gabriela Costa, coordenadora do Movimento em Prol da Vida (Movitae) no Distrito Federal.

É o reconhecimento de que a decisão do Supremo Tribunal Federal, ao liberar as pesquisas, foi acertada 

Gabriela Costa, coordenadora do Movimento em Prol da Vida (Movitae) no DF

02-10-2008 | 11:32

Karla Mendes
Correio Braziliense

Paralisação dos bancários segue firme em Brasília. Agências fechadas sobem de 70% para 75% e bancos relutam em fazer contraproposta
 
Aumenta a adesão à greve dos bancários em Brasília. Segundo o Sindicato dos Bancários, o movimento atingiu 75% das agências, acima dos 70% apurados no primeiro dia de greve. O maior índice de paralisação foi registrado na Caixa Econômica Federal, que teve 95% das agências de portas fechadas e 80% de adesão dos 1,9 mil funcionários. No Banco do Brasil, 90% das agências não funcionaram ontem e 70% dos 2,8 mil funcionários ficaram de braços cruzados. No BRB e bancos privados, o movimento grevista foi parcial. Assembléia realizada ontem à noite decidiu pela manutenção da greve hoje.

Segundo a Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf/ CUT), o movimento grevista também continua em Salvador. Em Porto Alegre, a paralisação é restrita às agências da Caixa. Hoje à noite haverá novas assembléias para deliberação sobre a continuidade da greve ou não. O Comando Nacional dos Bancários aprovou a orientação para que os sindicatos convoquem assembléias para a terça-feira, com o objetivo de aprovar a deflagração de greve por tempo indeterminado em todo o país a partir do dia 8. “Mesmo sendo o setor da economia brasileira que tem os maiores lucros, os bancos fizeram uma proposta inaceitável que os bancários já rejeitaram nas assembléias e nas paralisações desta semana. Mas parece que os bancos não se mostraram sensibilizados e estão apostando no confronto”, afirma Vagner Freitas, presidente da Contraf/CUT e coordenador do Comando Nacional. A greve dos bancários é resultado da rejeição da proposta de reajuste de 7,5% apresentada pela Fenaban na semana passada. Os bancários reivindicam 16%, sendo 8% referentes à reposição da inflação.

02-10-2008 | 11:17

Karla Mendes
Correio Braziliense

Paralisação dos bancários segue firme em Brasília. Agências fechadas sobem de 70% para 75% e bancos relutam em fazer contraproposta
 
Aumenta a adesão à greve dos bancários em Brasília. Segundo o Sindicato dos Bancários, o movimento atingiu 75% das agências, acima dos 70% apurados no primeiro dia de greve. O maior índice de paralisação foi registrado na Caixa Econômica Federal, que teve 95% das agências de portas fechadas e 80% de adesão dos 1,9 mil funcionários. No Banco do Brasil, 90% das agências não funcionaram ontem e 70% dos 2,8 mil funcionários ficaram de braços cruzados. No BRB e bancos privados, o movimento grevista foi parcial. Assembléia realizada ontem à noite decidiu pela manutenção da greve hoje.

Segundo a Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf/ CUT), o movimento grevista também continua em Salvador. Em Porto Alegre, a paralisação é restrita às agências da Caixa. Hoje à noite haverá novas assembléias para deliberação sobre a continuidade da greve ou não. O Comando Nacional dos Bancários aprovou a orientação para que os sindicatos convoquem assembléias para a terça-feira, com o objetivo de aprovar a deflagração de greve por tempo indeterminado em todo o país a partir do dia 8. “Mesmo sendo o setor da economia brasileira que tem os maiores lucros, os bancos fizeram uma proposta inaceitável que os bancários já rejeitaram nas assembléias e nas paralisações desta semana. Mas parece que os bancos não se mostraram sensibilizados e estão apostando no confronto”, afirma Vagner Freitas, presidente da Contraf/CUT e coordenador do Comando Nacional. A greve dos bancários é resultado da rejeição da proposta de reajuste de 7,5% apresentada pela Fenaban na semana passada. Os bancários reivindicam 16%, sendo 8% referentes à reposição da inflação.

02-10-2008 | 10:55

Equipes já mostram a sua força e prometem uma disputada acirrada na 4ª copa de Futebol da FUPESP. Depois de três rodadas já conhecemos alguns dos favoritos.

01-10-2008 | 17:44

Comitiva da FUPESP participa de encontro regional de sindicalistas em Leme. O evento teve como maior objetivo a aproximação dos sindservs junto a Federação.

01-10-2008 | 17:12

Aguinaldo Novo
O Globo

Para Febraban, empresas podem ter de trocar financiamentos externos por domésticos

A piora nas condições externas deve agravar o quadro de crédito oneroso e mais escasso no Brasil nos próximos meses, avalia a Federação Brasileira dos Bancos (Febraban). A percepção do setor é que as linhas para pessoa física deverão ser as mais afetadas. No caso dos financiamentos para empresas, que dependiam em grande medida de linhas externas, o natural é haver uma substituição por crédito doméstico.

- A tendência do sistema é ser mais criterioso na liberação de financiamentos, dado o cenário externo ainda incerto - afirmou o economista-chefe da Febraban, Rubens Sardenberg.

Segundo ele, a intensidade do aperto no crédito vai depender dos desdobramento da crise, que chegou a seu ápice com o veto da Câmara ao pacote nos EUA. Sardenberg, porém, disse que o pânico de ontem não pode ser usado como referência para novas projeções:

- Em momentos como este, o mercado tende a exagerar, e as apostas pessimistas prevalecem. Mas não se pode deixar levar pelo curto prazo. Ainda aposto em alguma solução, que vai levar o mercado gradativamente à normalidade.

Por enquanto, o setor bancário mantém a previsão de crescimento de 23% a 24% para a carteira de crédito este ano. Para 2009, a primeira estimativa é uma variação de 20%.

Dados divulgados na sexta-feira passada pelo Banco Central (BC) já indicam essa desaceleração. Em 12 meses até agosto, o crédito para pessoas físicas teve expansão de 29,2%, patamar ainda elevado, mas inferior aos 30,7% de julho e aos 32,5% de junho.

Sardenberg rechaçou a possibilidade de quebra de bancos nacionais, como ocorreu nos EUA e na Europa. Segundo ele, os bancos locais operam sob maior controle e não dependem de uma única fonte de receitas para sua atividade:

- Os bancos brasileiros não têm nível de alavancagem grande ou risco elevado em carteira. O Brasil não vai escapar dos efeitos da crise. Mas a crise vai bater no nível de atividade econômica, que será menor no próximo ano.

Um ranking divulgado pela consultoria Interbrand mostrou que três bancos brasileiros são as marcas mais valiosas da América Latina: Itaú (com US$5,962 bilhões), Bradesco (US$5,213 bilhões) e Banco do Brasil (US$4,429 bilhões). Na quarta e na quinta posições estão a cimenteira Cemex, do México, e a Claro.

30-09-2008 | 10:52

Fonte: Diap

Os bancários do Distrito Federal fazem paralisação hoje (30). Ainda não há definição sobre a duração. A continuidade depende de uma assembléia que será realizada no fim da tarde. A categoria pede reposição da inflação, aumento salarial real de 5%, definição de plano de carreira e aumento do piso salarial de R$ 921 para R$ 1.497 neste ano.

 

Os bancários reivindicam, ainda, aumento na Participação nos Lucros e Resultados (PLR), nos valores do vale-refeição, da cesta-alimentação, do auxílio-creche e cumprimento da jornada de seis horas, e não de oito, como é praticado hoje, de acordo com o diretor do Coletivo Banco do Brasil, Eduardo Araújo.

 

A proposta da Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) foi de um aumento de 7,5%. “Nenhuma das outras questões foi colocada, como o aumento do piso salarial, da PLR, e não houve proposta de implantação de plano de cargos e salários”, conforme Araújo.

 

A assembléia, desta segunda-feira (29), que terminou por volta das 21h, reuniu mais de duas mil pessoas e todos foram "unânimes em fazer a greve, rejeitando a proposta", segundo o diretor.

 

Os sindicatos de todos os estados estão com indicativo de greve para hoje. A maioria vai decidir se a paralisação será por tempo indeterminado ou não.

 

Categoia se reúne novamente hoje, na Praça do Cebolão, no SBS, para examinar se continuam ou não a paralisação por tempo indeterminado. A assembléia está marcada para começar às 18h.

30-09-2008 | 10:52